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domingo, 6 de março de 2022

Ainda bem que estamos na UE e temos o chapéu NATO...

Sou do tempo em que se gritava "OTAN go home" e na lapela muitos levavam o autocolante amarelo! Não há muitos anos.

Hoje, com a tragédia putinista de invasão e destruição da Ucrânia, só podemos dizer "que ingenuidade!". 

Hoje, assistindo ao vivo à destruição de cidades ucranianas e a chegada à Polónia, Roménia e Moldova de mais de um milhão de refugiados em sete dias, temos de reafirmar a ingenuidade e dizer "ainda bem que estamos na União Europeia e temos o chapéu NATO"!

Mas, neste momento, esperamos mais destes dois "blocos" para por termo a este genocídio, para amanhã não ter de dizer que fomos enganados ou ingénuos.

(In "Público", P2, de 06-03-2022)

sábado, 26 de fevereiro de 2022

Guerra na Ucrânia - é impossível ficar indiferente a esta agressão russa

em apoio à população ucraniana - contra a agressão russa (regime de Putin)
(Torre do Relógio, Barrancos - fotom, eB, 26-02-2022)

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

COVID 19 encerra fronteira - mas Barrancos será ponto de passagem para trabalhadores transfronteiriços

O novo estado de emergência, que teve a luz vez do parlamento esta quinta-feira e entra em vigor a 31 de janeiro, prevê o encerramento das fronteiras terrestres e fluviais tal como acontece em março e abril do ano passado, no início da pandemia.

Segundo o SEF, citado pelo Expresso, os oito pontos de passagem autorizados na fronteira terrestre, abertos 24 horas por dia, são Valença-Viana do Castelo; Vila Verde da Raia-Chaves; Quintanilha-Bragança; Vilar Formoso-Guarda; Marvão-Portalegre; Caia-Elvas; Vila Verde de Ficalho-Beja e Castro Marim-Praça da Fronteira.

Já os pontos de passagem na fronteira terrestre, abertos das 7h00 às 9h00 e das 18h00 às 20h00, são em Monção; Miranda do Douro; Termas de Monfortinho-Castelo Branco; Mourão e Barrancos.

Também é ponto de passagem autorizado, às quartas-feiras e aos sábados, das 10h00 às 12h00, Rio de Onor (Bragança).

Desta vez, parece que terá sido salvaguardada, desde o primeiro momento, a situação especifica dos  trabalhadores transfronteiriços. No caso, dos barranquenhos que se deslocam diariamente para trabalhar em Espanha, e o contrário, que também se verifica.

Ponte do barranco de Pedro Miguel, raia fronteiriça
(Fotos; Cortesia leitor eB, 08-04-2020)

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Como ajudar os bombeiros de Cuba feridos com gravidade no incêndio de Castro Verde

Todos os anos o nosso país é atingido por centenas de incêndios florestais causando avultadas perdas económicas, ambientais, sociais e muitas vezes humanas.
Carregamos o peso das botas, dos capacetes, das fardas e das mangueiras... O vento, o fumo e o cansaço são os nossos principais inimigos.
Vamos sempre que chamam por nós e agora somos nós que chamamos por si. Ajude-nos a ajudar a família dos Bombeiros de Cuba gravemente feridos no incêndio de Castro Verde no passado dia 13 de Julho.
- Dê o seu donativo através do seguinte IBAN: PT 5000 4562 5840 2494 6234 24 1 (Federação dos Bombeiros do Distrito de Beja - Crédito Agrícola)
- Ou dirija-se ao Corpo de Bombeiros mais próximo da sua área de residência no Distrito de Beja.

domingo, 19 de julho de 2020

Pandemia não para os Bombeiros Voluntários de Barrancos

Hoje, domingo, às 11h59 os BVB foram chamados a Encinasola onde tinha deflagrado um incêndio rural. Participaram no combate e extinção do fogo, cinco operacionais, com o apoio de uma viatura.
Desde o inicio de 2020, Encinasola tem sido assolada por, pelo menos, três incêndios, cujas operações de combate e extinção contou com os Bombeiros Voluntários de Barrancos. O primeiro, urbano, a 27 de janeiro e os dois seguintes, já a meio da pandemia e com a fronteira encerrada, tiveram lugar a 22 de março  (rural) e a 7 de abril (urbano).
Sempre e quando necessário, Barrancos esteve e estará sempre presente. Continuamos a ser um Povo Solidário.
pormenor das operações de extinção
(Fotos: BVB, 19-07-2020)

domingo, 28 de junho de 2020

AH dos Bombeiros de Barrancos - lança campanha para aquisição de viatura de transporte de doentes (VTD)

Campanha de solidariedade a favor dos BVB - tomos podemos contribuir.
"A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Barrancos (AH-BVB), apesar das constantes dificuldades financeiras que atravessa, mais acentuadas agora, devido à Pandemia COVID-19, visto que tem havido uma quebra significativa de receitas, não quer, não pode, nem vai descurar o nosso lema, o Socorro de Pessoas e Bens. E para isso necessitamos dar condições aos nossos sócios e/ou utentes.
A localização geográfica do nosso Concelho afasta-nos dos grandes centros urbanos, das unidades hospitalares centrais ou outras instituições de saúde para as quais os nossos utentes requisitam os nossos serviços, neste caso o transporte em ambulância. As vias de comunicação (estradas), e as suas trajetórias, em nada contribuem para o conforto, comodidade e rapidez do transporte em ambulância. Qualquer viatura sofre bastante nestas estradas, onde o seu desgaste natural é acelerado. Obviamente as viaturas de Bombeiros, que andam na estrada durante horas e todos os dias do ano, ainda mais desgaste e manutenção necessitam.
É pensando em todos vós que a AHBVB, apesar das dificuldades, vê necessário efetuar uma pequena remodelação no parque de viaturas.
Ciente das dificuldades de todos, a AHBVB, vem, de novo, ao vosso encontro, neste caso solicitar o contributo possível para a aquisição de uma viatura de transporte de doentes, denominada VDTD (Veículo Dedicado ao Transporte de Doentes) de forma a prestar um melhor serviço aos nossos sócios e/ou utentes, onde usufruam da maior comodidade e condições.
A Campanha para aquisição desta viatura terá como lema: “Por si, Por todos e pela Vida - Vamos Ajudar". Se desejar contribuir poderá dar o seu contributo pelos seguintes IBAN’s:
– Caixa Geral de Depósitos: PT50 0035 0138 00000941431 52
– Novo Banco: PT50 0007 0260 0001 7140 0019 1
Nota: Será emitido um Recibo de Donativo a cada individuo e/ou empresa dador(a) que poderá ser deduzido no IRS 2021.
O Presidente da Direção, ass) José Domingos Mendes Marques"

domingo, 24 de maio de 2020

A OPTA – Organização Pontual no Tempo Atual

A OPTA – OrganizaçãoPontual no Tempo Atual nasceu com o objetivo de constituir um “Espaço Solidário e de Partilha”, que permita auxiliar e apoiar algumas franjas da sociedade afetadas pela pandemia Covid-19, nomeadamente: o setor do comércio, turismo e cultura, micro empresas, empresários agrícolas, bem como pessoas que se encontrem em regime de layoff.


sexta-feira, 15 de maio de 2020

Autarcas de Barrancos e Encinasola conversam sobre a fronteira, sem passar a raia

A propósito duma reportagem realizada esta tarde pela TVI, os dois representantes das comunidades raianas, J. Serranito Nunes, presidente da câmara de Barrancos e Angel Mendez, alcalde de Encinasola, conversam sobre  a forma de (re)abrir a fronteira, para permitir a passagem dos trabalhadores transfronteiriços e proprietários agrícolas da zona.
Numa forma insólita, à distância, recuperando o tristemente célebre paralelo 38 das Coreias - não sabemos se para respeitar as regras fronteiriças, se para cumprir o distanciamento social da Covid19 - os dois dirigentes políticos parecem estar a dizer "olha Angel/mira Juan" - "como resolvemos o imbróglio onde, sem saber, nos metemos no passado dia 16 de março?
Não se ouve no video, mas as pessoas que se "acercaram à fronteira para assistir à reportagem da TVI", estavam à espera de ouvir dizer quem tira os blocos de cimento que estão sobre a ponte. Porque, sem a remoção desse obstáculo, tudo ficará na mesma!
(conversando sobre a ponte)
Entretanto, o Ayuntamiento de Encinasola divulgou esta tarde mais uma Bando/Edital, onde dá conta da conversa  e da reportagem da TVI, recordando "que da sua parte, uma vez tirados os blocos de cimento (...) não vê problema para deixar passar os trabalhadores transfronteiriços", em horário a consensualizar com as partes.
Até à hora de escrita desta noticia (21h00), não era conhecido qualquer informação ou comunicado da Câmara Municipal de Barrancos. 
(Bando/Edital do Ayt de Encinasola, 15-05-2020)

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Fronteira: deputados do PCP pedem explicações ao governo

Os deputados do PCP entregaram ontem um requerimento no parlamento, questionando o governo sobre a situação da fronteira de Barrancos/Encinasola. 
Para os deputados do PCP, o caso de Barrancos deveria ter o mesmo tratamento que Mourão e Villanueva del Fresno, “onde foi criado um ponto de passagem autorizado entre Portugal e Espanha sob vigilância rigorosa da Guarda Nacional Republicana (GNR), esta abertura tem horas determinadas, ou seja, nos dias úteis, das 7h às 09h e das 18h às 20h.”
Segundo o requerimento apresentado, o “PCP que acompanha a preocupação da população de Barrancos e entende que a situação de encerramento de fronteiras e no caso concreto entre Barrancos e Encinasola, deve ser permitido criar uma excepção, através de um ponto de fronteira transitável, em períodos especificados que responda ao transporte de trabalhadores, bem como a circulação de veículos de emergência e socorro e de serviço de urgência entre as localidades de Barrancos e Encinasola
 No requerimento, que o eB teve acesso, os deputados perguntam ao governo se:
- "Tem conhecimento das dificuldades acrescidas pelas quais passa a população do concelho de Barrancos devido ao encerramento da sua fronteira com Espanha?
- Está disponível para adoptar uma solução já encontrada para situações idênticas, criando um ponto de fronteira transitável, em períodos especificados na fronteira entre Barrancos e Encinasola
- Que medidas vai tomar para responder aos problemas económicos e sociais associados ao encerramento da fronteira?"
Recorda-se que o encerramento da fronteira de Barrancos/Encinasola tem sido muito contestada, sobretudo pelos trabalhadores transfronteiriços da zona, tendo inclusive merecido um pedido de esclarecimento ao governo por parte da CMB.
Entretanto, soube o eB que a TVI estará amanhã  em Barrancos para fazer uma reportagem sobre a situação da fronteira, estando prevista uma entrevista com os trabalhadores transfronteiriços.
Fronteira de Barrancos/Encinasola
(Fotos: Arquivo, eB, 2020)

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Os blocos de cimento que cortam a alma - a fronteira de Barrancos/Encinasola em "tempos da COVID19"

Portugal e Espanha repuseram, temporariamente, o controlo das fronteiras terrestres, como medida de prevenção para controlo da pandemia da COVID 19. 
Como já aqui dissemos, "com a fronteira bloqueada, os trabalhadores transfronteiriços ficaram impedidos de se deslocar ao trabalho", que distava pouco mais de uma dezena de quilómetros. Agora, desde o passado dia 18 de março,  para ir ao trabalho obriga a uma deslocação (por Ficalho/Rosal de la Frontera), de mais de 150 Km. O mesmo ou mais, ainda, sucede com os trabalhadores espanhóis que trabalham em Barrancos. Tal como para os agricultores, com terrenos nos dois lados da fronteira.
A estrada de Barrancos/Encinasola, à altura da ponte do barranco de Pedro Miguel, onde fica a raia, limite geográfico de dois países, não foi "encerrada" burocraticamente, foi literalmente bloqueada com três grandes blocos de cimento, como a imagem documenta. No caso, como dizia há dias um leitor do eB, "só faltou dinamitar a ponte para fechar a fronteira", que nem nos tempos da ditadura impedia a passagem.
O corte da via não só impede a entrada/passagem de veículos e pessoas em turismo/lazer, como impediu a passagem das viaturas dos Bombeiros Voluntários de Barrancos, que por duas vezes em quinze dias, foram chamados a combater fogos em Encinasola. O apelo à missão dos BVB cumpriu-se, mas foi necessário contornar alguns obstáculos e um percurso sinuoso até chegar ao local do incêndio, onde foram recebidos com aplausos pela população. 
Barrancos, sempre soube ser solidário, tendo por isso sido reconhecido. Encinasola sabe-o, também.
Dantes, as chaves do cadeado da corrente da fronteira estavam com a Guarda Fiscal (uma) e com os Carabineiros (outra). Hoje, se chave há, onde estará?
Ponte do barranco de Pedro Miguel, raia fronteiriça
(Fotos; Cortesia leitor eB, 08-04-2020)
corte da estrada Encinasola/Barrancos no cruzamento de Aroche
(Foto: Cortesia CO, 18-04-2020)

terça-feira, 7 de abril de 2020

Bombeiros de Barrancos - combatem incêndio em Encinasola

A fronteira bloqueada poderá ser um impedimento para o combate? Não. Os Bombeiros Voluntários de Barrancos acudiram logo... Como sempre, quando faz falta. 
Barrancos foi e continua a ser um povo solidário.
Aditamento
- O alerta foi dado às 19h10, tendo o incêndio (urbano), sido combatido por seis operacionais, apoiados com duas viaturas.
- De acordo com o comandante dos BVB, João Agulhas, na chegada ao local do fogo "foram recebidos com aplausos pelos habitantes de Encinasola".
Encinasola, vista do Pinhão (Barrancos)
(Foto: Cortesia ED, 07-04-2020)
momentos das operações de extinção
(Fotos: João Agulhas, 07-04-2020)

sexta-feira, 27 de março de 2020

Solidariedade - Intermarché de Beja está a disponibilizar pão gratuito para ajudar quem mais precisa

O Intermarché de Beja está a disponibilizar nas suas lojas pão gratuito para os clientes mais carenciados. Com esta iniciativa, o ponto de venda pretende ajudar os clientes a fazer face às suas necessidades, colmatando simultaneamente o desperdício alimentar.
Diariamente, a loja disponibiliza, numa área específica, o pão do dia anterior, explicando que este é “oferecido com todo o amor e carinho”, uma medida direcionada para aqueles que mais precisam.
Foto: Intermarché

quarta-feira, 18 de março de 2020

Fronteira fechada e/ou não venhas à terra: Onde fica a solidariedade dos barranquenhos?

Por estes dias as redes sociais serão o espelho de uma comunidade? O medo do COVID19, que é uma ameaça real, baralhou até a mente de alguns dos nossos vizinhos que hoje reclamam "fechem a fronteira, já", ou pedem aos familiares e amigos que, "se vens de vez em quando, não venhas  agora à santa terrinha contaminar-nos!" Não era bem assim o pedido, mas o propósito era o mesmo ou mais doloroso!
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Neste momento, os barranquenhos com segunda habitação em Barrancos estão "impedidos de entrar na vila", como se estivessem "contaminados" e a sua presença fosse "destruir a harmonia da terrinha", que deve ter estado enclausurada, donde provavelmente nenhum dos seus residentes tenha contactado com outro ser humano nestes últimos 10/12 dias! O TT (prova de todo o terreno), que juntou mais de 200 pessoas no parque exposições não conta, tal como a "feria de Olivença" que também teve aficionados locais, ou ainda os passeios aos plazas da região (Évora ou Badajoz, por ex.)! Tudo na semana passada. E tudo situações normais. À data.
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Com a fronteira bloqueada, vários conterrâneos, trabalhadores transfronteiriços, ficaram impedidos de se deslocar ao trabalho a partir de ontem. Esta situação, que a decisão de encerramento salvaguarda para nove locais, deverá ser preocupação das entidades locais, tentando sem hesitação reclamar o mesmo tratamento para os membros da nossa comunidade, sem pôr em causa o "controlo de pessoas nas fronteiras no âmbito da situação epidemiológica provocada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2 e da doença COVID-19" (cf. Resolução Conselho de Ministros nº 10-B/2020,  Orden INT/239/2020, de 16/3 e Orden INT/248/2020, de 18/3)
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27 anos depois da abertura da fronteira, que ocorreu às 23h00, de 9 de janeiro de 1993, que tanto ansiámos e pela que gerações lutaram, "exigimos e conseguimos" fechar ontem à tarde a fronteira Barrancos/Encinasola/Barrancos com blocos de cimento bloqueando a estrada, colocados pela CMB, a pedido das autoridades policiais!
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É verdade que estamos numa fase crítica de proteção das comunidades duma pandemia, cujas consequências não se conhecem, e que está a atingir cada vez mais gente. Mas, também, não podemos esquecer que, desde tempos imemoriais, as comunidades da raia sempre se contactaram e entre-ajudaram. A nossa fronteira, que sempre foi muito peculiar, com aberturas sazonais e temporárias, entrou neste momento num processo de retrocesso devido ao estado de emergência sanitária, que esperamos seja breve.
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Com todo este alarmismo, justificado com a preocupação e o desconhecimento sobre a pandemia, uma questão se coloca: Onde fica a solidariedade dos barranquenhos, descendentes daqueles que protegeram e acolheram os refugiados da guerra civil espanhola, que tanto nos tem enchido de orgulho nestes últimos anos?
ponte do barranco de Pedro Miguel - linha de fronteira Barrancos/Encinasola
Foto: Cortesia João Agulhas, 17-03-2020
estrada Barrancos/Encinasola
barrancos de Pedro Miguel - linha de fronteira Barrancos/Encinasola
(Fotos:  eB, 16-10-2018)

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Alterado o prazo de garantia para acesso ao subsídio social de desemprego

Pelo Decreto-lei nº 153/2019, de 17/10, foi alterado o prazo de garantia para acesso ao subsídio social de desemprego
Neste sentido, foi acordada a redução de 180 para 120 dias o prazo de garantia para acesso ao subsídio social de desemprego inicial para os trabalhadores cujo contrato de trabalho tenha cessado por caducidade do mesmo, sem que tenha havido renovação, considerando-se pertinente considerar idêntica redução para as situações de denúncia do contrato por iniciativa da entidade empregadora durante o período experimental.
Nas situações de desemprego involuntário por caducidade do contrato de trabalho a termo, o prazo de garantia para atribuição do subsídio social de desemprego é de 120 dias de trabalho por conta de outrem, com o correspondente registo de remunerações, num período de 12 meses imediatamente anterior à data do desemprego.

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Campanha "Garrafa Solidária" - ofereçam garrafas de água aos bombeiros de Barrancos

Durante os três meses de verão, os Bombeiros pedem à população que seja solidária e entregue nos quartéis das corporações de Bombeiros das localidades onde vivem, garrafas de água pequenas, de 25cl e 33cl.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Onde pára a Solidariedade?

Segundo o ministro da solidariedade e segurança social, citado pelo jornal Público, o "Estado põe comida na mesa de 73 mil pessoas.O Programa financiado pelo Fundo de Auxílio Europeu às Pessoas mais Carenciada foi pensado para substituir rede de Cantinas Sociais.
Infelizmente em Barrancos ainda (ou também) há pessoas que beneficiam deste programa, mas aqui são duplamente penalizadas: são carenciadas e expostas publicamente por terem de ir em "excursão" a Moura recolher mensalmente os produtos a que têm direito!
O Estado é assim. Desenrascado! Não havendo (ou não querendo) parceiro local em Barrancos, para entregar os produtos alimentares às famílias que deles precisam, leva as famílias onde estão esses produtos essenciais! A Moura, em grupo e de carro emprestado... 
Isto não é solidariedade social. É assistencialismo. E deste não precisamos.
(foto daqui)