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Por enquanto a fronteira está aberta das 8h às 24h00, com controlo da Guarda Fiscal do lado de Portugal, porque do lado de Espanha a Guardia Civil desapareceu dali por completo. (…) Só a partir de agosto (1993) é que a fronteira ficará aberta, 24 horas, sem qualquer controlo.”
(in Luzeiro, fevereiro 1993 - Imagens 1 e 2 abaixo)
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Do lado de Barrancos, a abertura da fronteira ocorreu a 9 de janeiro, quando o presidente da Câmara Municipal, António Guerra, falecido em maio de 2001, confirmada a autorização ministerial dos dos países, acompanhado de vários barranquenhos e do Alcalde de Encinasola, António Torreon, arrancou os postes que seguravam as correntes que simbolicamente marcavam a fronteira de Barrancos/Encinasola. Neste dia histórico, abriu-se a fronteira, mas a festa que juntaria os dois povos (Barrancos/Encinasola) só iria decorrer a 23 de janeiro de 1993. (Imagem 3 abaixo)
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Quem tem menos de 25 anos não sabe que a fronteira só abria nos períodos festivos e encerrava sempre à meia noite. Na Páscoa, dia de Flores, Festas de Barrancos, Festas de Encinasola/Oliva de la Frontera e Natal, e pouco mais. Na passagem pelos dois postos fronteiriço era registada a matrícula da viatura e o número de ocupantes. Os menores de 18 anos tinham de apresentar uma declaração de autorização dos pais, cujos termos e condições, para simplificação, era passada na antiga Secretaria da Câmara Municipal (hoje divisão administrativa e financeira)! Para os rapazes, com menos de 21 anos, era obrigatória a apresentação da licença militar!
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Há algum leitor que possa continuar a notícia (história)!
| Imagem 1-2: Reportagem do "Luzeiro", fevereiro de 1993 |
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| Imagens: 3-4 |
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