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sexta-feira, 12 de setembro de 2025

Programa E-Lar - saiba tudo sobre os vouchers para trocar fogões, fornos e esquentadores

Ao abrigo do E-Lar será possível substituir até três equipamentos a gás por alternativas elétricas eficientes, A ou A+, com apoios pagos diretamente aos fornecedores que aderirem à rede, sem limite de preço. Em causa está a troca de fogões a gás por placas de indução, fornos a gás por fornos elétricos ou esquentadores por termoacumuladores.  

Os grupos de beneficiários vão poder aceder aos seguintes valores máximos unitários: placa elétrica de indução - 369 euros, para os mais carenciados (para os restantes 300 euros), placa elétrica convencional - 179 euros, idem (restantes 146 euros), conjunto elétrico placa e forno – 738 euros, idem (restantes, 600 euros), forno elétrico 369 euros, idem (restantes, 300 euros), termoacumulador elétrico - 615,00 euros, idem (restantes, 500 euros).

O Programa E-LAR é uma medida do PRR que visa apoiar financeiramente a eletrificação de equipamentos em edifícios residenciais. O seu objetivo principal é substituir soluções baseadas em combustíveis fósseis (como o gás) por alternativas elétricas mais eficientes e sustentáveis, contribuindo para a eletrificação dos consumos residenciais.

As candidaturas (online - Fundo Ambiental) abrem no dia 30 de setembro e a expectativa é que o programa traga melhorias significativas na eficiência energética das residências em Portugal.

Foto: daqui

sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

Fáh hôji um ano que o barranquenho tá prutegidu por lei....

... m'as ehstâmus (legalmente) na mêhma! Como em 2021.

A Lei nº 97/2021, de 30/12, que "reconhece e estabelece medidas para a proteção, promoção e valorização do Barranquenho e da sua identidade cultural", entrou em vigor a 30/01/2022, mas continua à espera de ser regulamentada. Que tinha de ter ocorrido até 30/07/2022 (cf. art. 6º)!

placas toponímicas
(Fonte: Arquivo eB, 2017)

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

O barranquenho já'tá prutegidu por lei hôji publicáda

Foi hoje publicada a Lei nº 97/2021, que "reconhece e estabelece medidas para a proteção, promoção e valorização do Barranquenho e da sua identidade cultural", que entra em vigor a 30/01/2022, mas fica pendente de regulamentação. Que tem de ser aprovada até 30/07/2022!

Falta, agora, proceder à sua normalização linguística para que possamos e'hcrebê cômo falãm'u.

placas toponímicas
(Fonte: Arquivo eB, 2017)

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Um pouco da história da Sociedade dos Rapazes, contada "por ela própria" no dia da festa dos 100 anos

Por ocasião da festa de aniversário da Sociedade Recreativa Artística Barranquense, que decorreu no passado dia 18 de maio, foi lido o texto abaixo publicado na íntegra, que conta a história da coletividade na primeira pessoa:
(...)
100º Aniversário da Sociedade Recreativa Artística Barranquense    
Boa tarde a todos.
Dispenso a minha apresentação porque todos vós sabem quem sou.
Mas para aqueles que ainda não me conhecem bem… Sou a Sociedade Recreativa Artística Barranquense, fundada  em 31 de Maio de 1919, faço nesta data o meu 100º. Aniversário, por um grupo de jovens corajosos cujo nomes passo a discriminar: Francisco Henrique Guerra, Manuel  Santinho Dourado, José Manuel Ramos Rodrigues, José Lopes Fialho, Augusto do Carmo Xarrama, Francisco Fialho (?), João Caeiro Tereno António Rodrigues Alves, António Lopes Ferreira, António Balsas Escoval, Manuel Fernandes Pinto, António Mendes Guerreiro, André Fialho Gomes, Alfredo Monteiro, Manuel Vaz, Clemente Alves Marques e João António Escoval (?), jovens estes que não olhando a meios pensaram e bem, que sentindo a necessidade de unir todos os barranquenhos a minha volta, em todas as estações do ano, sentados à braseira de picão no Inverno, decidiram gerar-me com a criação de sócios para confraternizar criando espaço para vários eventos tais como jogos de mesa, bilhar, bailes, com frequência em dias festivos, e o tradicional baile da pinha, etc..
Lamentando não poder dar-vos mais dados desde a minha existência pois apenas possuo, poucos, desde 1930, eis que em 1 de Outubro de 1943 em Assembleia Geral Extraordinária, na sala de sessões da S.R.A. Barranquense a Direção de então propôs modificar alguns dos artigos dos Estatutos desta Sociedade cujos artigos foram submetidos à votação na dita Assembleia, sendo aprovados por maioria a alteração em questão. Desta Assembleia resultou a ata nº. 58 de 6/10/1943  que  foi assinada pelos membros da mesa: Secretário:- José Leal Pinto e Vice-Presidente:- Domingos Fernandes Fretes.
Os Sócios proponentes para esta alteração foram: André Rodrigues da Silva, Celestino da Silva Coelho, Daniel Caetano Durão, Domingos Fernandes Fretes, José Gomes Alcario, António Alves Gabriel, Manuel Varela Mendes, Francisco Costa, Francisco Ramos Bossa, Manuel Santinho Mendes, (Assinatura ilegível), Luís Rodrigues Godinho, Francisco Gomes Alcario, Francisco Vasques Pica Júnior e Domingos Fialho Pelicano
Por algumas vicissitudes passei mas com a força e o querer dos atrás referidos conseguiram que fosse o que hoje sou.
 Fui criada na, hoje, Rua das Forças Armadas, nº 25
 Passaram-me para a, hoje, Rua das Forças Armadas nº 11
E por último na Praça da Liberdade onde me encontro.
Não foi fácil. Tempos muito conturbados com a implantação da República havia 9 anos e os acontecimentos eram constantes com graves tensões sociais e politicas em todo o país que culminou com o regime totalitário. Os meus amigos trabalhadores rurais, a grande maioria, que, depois de um dia de canseira com labuta dura travada durante o dia, trabalhando de sol a sol, ainda lhes restavam umas forças para se dirigirem ao pé de mim para entre eles dialogarem e desabafarem a labuta do dia- a- dia travadas e aguentando todas as intempéries vencendo as adversidades que se lhes deparavam à medida que os dias passavam. Gente humilde, forte, gente de querer que nunca viraram a cara aos caprichos da vida, reuniam-se à minha volta cada um apresentava as suas queixas ou alegrias sobre o trabalho do campo, seareiros, artífices e outros, que o tinham, ou entre aqueles que não o tinham apresentavam as suas tristezas, lamentações, a forma como arranjar trabalho ganhando umas migalhas para dar de comer aos seus filhos, etc.
 Houve muitas sacudidelas no decorrer do tempo até que em 1926 foi criada a ditadura que veio a transformar substancialmente o dia- a- dia da nossa gente.
Mas dizia eu que tinha poucos dados para vos dar até 1930. É verdade! Mas quando me compraram a minha terceira casa, pequenina, mas acolhedora, houve em uma Assembleia Geral de Sócios de 28/12/54 um sócio, José Leal Pinto, que propôs a compra da casa ao lado que se encontrava a venda para alargar mais a sede em virtude do número de sócios estar a crescer substancialmente e a Sociedade disponibilizar algum dinheiro para o fazer.
Em Assembleia Geral de Sócios de dia 11/3/56 foi colocada a questão aos sócios para votação da compra ou não do referido prédio sendo reprovado por uma grande maioria. Mas em Assembleia Geral de Sócios de 8/12/56 foi nomeada a seguinte Direcção:
Presidente:- Francisco Ramos Bossa
Vice-Presidente:- Manuel Varela Mendes
Tesoureiro:- Jorge Garcia Fialho
Secretário:- Mário Francisco Fernandes Escoval
Vice-Secretário:- Jacinto Reganha Pica
que, em Assembleia de 01/03/57 por intermédio do Secretário, Mário Escoval que expôs os prós e contras em adquirir a casa em questão,  se decidiu avançar com a compra da terça parte da casa ao lado uma vez que a restante  foi comprada pelo dono da outra casa contínua Dr. Figueiredo, cuja obra importava em 135.000,00 escudos mas com a compra da casa o orçamento aumentou mais 75.000,00 escudos, totalizando 210.000,00 escudos,  tendo sido aprovada por maioria.
Mas eis que com a obra concluída e inaugurada em 13/04/58 passei a estar nas nuvens graças aquele punhado de jovens que quiseram atribuir-me este bem-estar. 
Obra esta, considerada no tempo, como a Sociedade maior de todo o Alentejo.
Entretanto, em 16/01/59, depois da obra feita, a Assembleia Geral de sócios dá poderes ao Tesoureiro Jorge Garcia Fialho para contrair em nome da Sociedade na Caixa Geral de Depósitos um empréstimo até 100.000,00 escudos com garantia hipotecária do prédio. Usando da palavra o Secretário Mário Fernandes Escoval disse que aceitariam a autorização do referido valor mas com a condição de a mesma Direção se manter em funções até o fim da liquidação da hipoteca, que foi concedida.
Em 10/05/59 em Assembleia Geral e uma vez que estava em grande expansão a Televisão, novidade na nossa terra, a Assembleia debruçou-se sobre este assunto, que, atendendo as dificuldades financeiras havida com as obras e a compra da casa tornava-se impossível concretizar os desejos dos sócios. Mas eis que aparece uma proposta apresentada pelos sócios José Delgado D’Àbrio e António Pedro Sales Peres, em que puseram as condições de que colocavam uma TV usufruindo a importância de 0,50 cêntimos por sócio que quisessem ver, por dia, durante 2 (dois) anos. Terminado este período a televisão ficava a pertencer definitivamente a Sociedade tendo sido aprovada na referida Assembleia.
Outros casos houve… mas fico por aqui e dou voz aos meus seguidores que tracem uma resenha do que foram os tempos decorridos desde aquelas datas até aos dias de hoje.
 Assim, se tempos difíceis eram até aquelas datas maiores se tornaram a partir desta, segundo os dados que possuímos e são alguns, os tempos da ditadura só trouxe amarguras em especial para aqueles mais desfavorecidos, que eram muitos, com a falta de trabalho e o consequente êxodo emigratório para países da Europa e migrações para Lisboa e periferia e outras paragens, bem como com a guerra colonial a partir de 1960/61 a nossa juventude tiveram que deixar o nosso cantinho para servir o estado, originando uma desertificação acentuada na nossa terra e consequentemente a desistência de sócios desta coletividade por força das circunstância.
No entanto, os seus sócios continuaram a honrar o que os nosso antepassados nos legaram e continuaram teimosamente prevalecendo com a sua beleza o mesmo sentido de associativismo que nos deixaram.
Nesses tempos, desde 1958, data da inauguração deste edifício, e restantes eram exibidos no terraço e no salão da Sociedade, além de bailes e outros eventos, cinemas ambulantes e com a criação da televisão a Direcção adquiriu uma TV em circunstância atrás citada para os sócios pagando 50 centavos por sócio até que por força dos tempos e a criação de outras diversões a nível nacional e local foi-se deteriorando a permanência dos sócios na Sociedade originando um desinteresse que cada vez mais se veio notando até que chegou ao ponto de uma inabilidade tamanha que víamos caminhar a passos largos o seu término sem que houvesse alguém entre os sócios capazes de tomarem a iniciativa de arrumarem a casa e honrar aqueles que tudo fizeram por nós.
Até que, também aqui um punhado de sócios, não tão jovens, como os primeiros, julga-se, deitaram mãos a obra e fizeram renascer, não direi das cinzas porque não morreu, mas da situação precária em que se encontrava.
E é aqui que nesta breve resenha chegamos aos nossos dias.
Não há dúvidas nenhumas que esta Colectividade é aquilo que os seus sócios querem que ela seja. Para tanto é necessário que independentemente dos seus credos políticos exerçam os seus direitos e deveres junto dos Orgãos Sociais que dirigem os destinos desta Sociedade apresentando opiniões credíveis para torna-la cada vez mais Sociedade e evitar o seu definhamento, logo, a sua morte, ainda que nesta data esteja a funcionar em pleno.
Não é isso que queremos e já foi dito por várias vezes, mas uma SOCIEDADE que HONRE os nosso antepassados com este imponente legado que nos deixaram.
Para as camadas jovens que hoje pouco ou quase nada frequentam esta casa pede-se que, também vós, honrem os vossos antepassados que afinal são pais, irmãos, tios e outros familiares que já nos deixaram, dignificando-a com iniciativas que certamente todos vós têm.
PARA OS NOSSOS ANTEPASSADOS NESTE DIA DO 100º ANIVERSÁRIO DA FUNDAÇÃO DA SOCIEDADE O NOSSO MUITO OBRIGADO POR TUDO QUANTO NOS DEIXARAM, PRESTANDO-LHES ESTA HOMENAGEM PÓSTUMA COM UM MINUTO DE SILÊNCIO.
PARA OS SÓCIOS ACTUAIS, QUEREMOS SER OS SEGUIDORES DELES E TRANSMITIR AOS VINDOUROS OS DESEJOS DA CONTINUIDADE DESTA CASA.
BARRANCOS, 13 de Maio de 2019 - ass) José Peres Valério, Sócio nº 158
placas comemorativas colocadas na SRAB
(Foto: eB, 24-05-2019)

domingo, 15 de abril de 2018

expoBARRANCOS 2018 - a "marca" oficial do evento

a entrada do parque expoBarrancos
as placas da expoBarrancos 2018
a placa da abertura da expoBarrancos 2018
a placa do agradecimento a "Sua Ex,ª o senhor primeiro ministro, António Costa a presença
na 12ª edição da expoBarrancos"
(Fotos: eB, 14-04-2018)

domingo, 27 de agosto de 2017

Novas placas toponímicas com denominação em Barranquenho

As ruas da Vila de Barrancos, que já foram obejto de remodelação, no âmbito do PGU (programa de regeneração urbana), terão novas placas toponímicas, com dupla denominação: a oficial (em português) e, por baixo, a antiga denominação ou o nome como era/foi conhecida (em barranquenho).
Em baixo, a nova placa toponímica da Rua NS da Conceição, já colocada, a que se seguem as ruas S. João de Deus, a Leite de Vasconcelos, entre outras já remodeladas.
placa da rua da Ladêra ou rua dah Bicas
atual Rua Nossa Senhora da Conceição, que começa na esquina JF de Barrancos a Biquinha
(Fotos: eB, 24-08-2017)
Toponímia oficial de Barrancos
(Fonte: CMB ou aqui)

terça-feira, 14 de abril de 2015

Percurso pedestre da "Serra Colorada ao Cerro do Calvário" - passou no teste de reconhecimento

SAL, Passeios Pedestres, SA, promoveu no fim-de-semana, de 3 a 5 de abril (Páscoa), um passeio/visita de reconhecimento ao percurso pedestre "Da Serra Colorada ao Cerro do Calvário", com cerca de 17 km, criado pelo Município de Barrancos âmbito do projeto Transalentejo, que ainda se encontra em fase de teste.
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De acordo com o gestor da SAL, José Pedro Calheiros, a atividade teve uma excelente adesão, com mais de 20 participantes. O grupo ficou alojado no Hotel Agarrocha e numa das Casas de Hóspedes locais, tendo tomado as refeições no restaurante Miradouro e no restaurante do hotel. Segundo os participantes, a reação foi muito positiva, quer sobre o alojamento e as refeições quer ainda sobre o percurso. Contudo, segundo os mesmos, "haverá necessidade, nalguns locais de desvios e cruzamentos, de colocação de placas sinalizadoras",  o que que deverá ocorrer numa segunda fase.
   BARRANCOS 2015
Imagens do passeio. Fotos: SAL (daqui)
(para ver álbum de reportagem completa - clicar em Manuel Mogo)

sábado, 14 de março de 2015

Monumento e Largo Tenente Seixas - um pouco antes da inauguração

À hora de publicação destas imagens (16h30) estarão a decorrer os atos oficias de inauguração, com os descerramentos das placas evocativas do monumento e do largo Tenente António Augusto Seixas. 
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Do programa, para além dos hinos de Barrancos, Espanha e Portugal, tocados pela nossa banda, e dos discursos oficiais do Presidente da Câmara Municipal de Barrancos e do Alcalde de Oliva de la Frontera, donde eram naturais muitos dos refugiados, destaque para a intervenção dum dos netos do tenente Seixas, António Augusto Seixas Aguiar, em representação da família.
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Destaque, também, para as Honras Militares prestadas pela GNR, Comando Territorial de Beja, em memória do homenageado, dos barranquenhos de 1936 e de todos aqueles que, com o seu exemplo e a sua ação solidária, tornaram possível o ato heróico de salvar milhares de refugiados da Extremadura e da Andaluzia, durante a Guerra Civil de Espanha". (vide placa em baixo)
vista do monumento, já com as cadeiras para entidades oficiais confirmadas
monumento com imagem em relevo, ainda sem a placa em baixo
placa evocativa e justificativa do monumento, que vai ser colocada
junto ao relevo, em baixo à direita
placa toponímica do largo
Fotos: eB, 13 e 14-03-2015

quarta-feira, 31 de julho de 2013

A sinalética de Barrancos, Capital do Presunto

Para entrar ou sair da Vila de Barrancos, temos três alternativas e em todas podemos encontrar a sinalética informativa ou "boas-vindas".
Na entrada principal, pela EN 258 (fotos 1), a sinalética é recente, com motivos relacionados com o património material, destacando o lema "Terra Única", por cima da marca Capital do Presunto, menos visível. Para quem entra por Espanha, estrada internacional, vai encontrar três placas, uma delas com a indicação de estar a visitar Barrancos, Capital do Presunto (foto 2, 3) e uma outra, quase à entrada da vila da responsabilidade da região Turismo do Alentejo.  Pela entrada secundária, da estrada das Bicas, as duas placas são de formato e modelo semelhante à da Lanchêra (fotos 4-5)
Enretanto, à entrada do Parque Empresarial de Barrancos, existe agora um painel novo que substituiu o que lá se encontrava desde 2004 (foto 6), como motivos relacionados com o montado e os produtos tradicionais locais, em especial o presunto.
Foto 1: EN 258, junto aos novo quartel dos BVB. Foto: eB, 23-04-2013
Foto 2: Placas junto ao fontanário da Lanchêra. Foto: eB, 23-04-2013
Fotos 3: Placa do Alentejo, a 100 m da Vila. Foto: eB, 23-04-2013
Fotos 4-5: Estrada das Bicas. Foto: eB, 17-04-2013
Foto 6: Entrada do parque Empresarial. Foto: eB, 02-04-2013

quinta-feira, 16 de maio de 2013

A propósito da proibição de colher cogumelos, esparragos,... e afins

Desde há uns anos a esta parte as populações locais têm sido confrontadas com a colocação de placas sinaléticas "proibindo a apanha de cogumelos e espargos", em vários terrenos ou propriedades rústicas.
A placa, da foto, encontra-se à entrada duma propriedade privada, na EN Barrancos/Santo Aleixo da Restauração, um pouco antes de chegar à ribeira de Murtigão. Segundo consta na mesma, fica proibido "colher cogumelos, espargos e outros produtos silvestres". Como norma permissiva para a proibição, o dono da placa invoca os artigos 1305º (conteúdo do direito de propriedade), 1444º (trespasse a terceiros) e 1451º, nº 1 (usufruto de coisas consumíveis), todos do Código Civil que, salvo melhor opinião, nada dispõem sobre o assunto. 
Percebe-se que haja restrição de acesso aos terrenos privados  - há muito boa gente que, mesmo sem querer (!?), deixa as cancelas abertas, corta os arames das cercas, ... solta o gado, etc; -, mas a proibição deve ter cobertura legal, ser expressa e não presumida. E sobre estas alegadas proibições, há mais dúvidas que certezas!
De salientar, ainda, a existência de direitos reais ou consuetudinários, sem esquecer também as chamados "servidões de passagem" ou "direitos de passagem", que podem contrariar a vontade dos proprietários e dar razão às populações locais.
Placa de proibição. Foto: eB, 09-05-2013

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Obras da conduta adutora - ponto de situação

As obras da conduta adutora da água, aqui e aqui divulgada, que começaram no Pinhão, traseiras da Rua de Sº Bento, já chegaram à Rua 1º de Dezembro, preparando-se para o corte da estrada, para entrada na Rua de Moçambique, em direção ao Mercado Municipal.
As empreitada, adjudicada pela Águas Públicas do Alentejo, SA, à empresa Mauricio - LTO Construções, SA, teve início a 23 de maio passado, devendo estar concluídas durante o mês de agosto próximo.
Placas da obra afixadas no alto de Sº Bento.
 Pinhão, traseiras da R. Sº Bento. 23maio2012
Zona do Pinhão, traseiras do alto de S. Bento, 25maio2012
 Pinhão, traseiras da Rua de S. Bento, 05jun2012
Entroncamento da Rua do Pinhão/Rua 1º de Dezembro, 28jun2012 
 Rua 1º de Dezembro, 02jul2012
Zona do Pinhão, local por onde já passaram as obras, 03jul2012
Rua 1º de Dezembro, Barrancos, 03jul2012. Fotos: eB

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Hoje começam os encerros

Para que ninguém seja apanhado desprevenido, ou com o carro indevidamente estacionado na rua da Igreja, as placas da foto avisam dos encerros, às 8 horas. Começam hoje, continuam amanhã, dia 30, e terminam no dia 31. São quatro dias de festas, com três dias de encerros. Sempre às 8 horas.
Placa informativa
Curros à espera do primeiro touro

domingo, 1 de novembro de 2009

Quem quer comprar/vender casas em Barrancos? (actualização 3)

Para quem mora em Barrancos provavelmente sabe que há muitas casas “à venda”. Sabe onde estão e conhece os seus donos. Umas têm placas de agências, outras um simples papel a dizer “Vende-se” ou “vendo”.
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Já houve mais! Agora são poucas ou estão menos visíveis. A alteração ao regime do crédito bonificado que restringiu e dificultou o acesso ao crédito bancário, que até há cerca de 4-5 anos era facilitado pelas próprias instituições bancárias, tem contribuído para a diminuição da procura de casa, agravadondo a crise do imobiliário.

O “estado de Barrancos”, enquanto espaço informativo de âmbito local, lido em todo o Mundo, inicia hoje uma espécie de secção destinada ao “mercado imobiliário” de Barrancos. Ficam assim satisfeitos os pedidos efectuados por vários leitores ao logo do último ano, que solicitavam informação sobre “casas à venda em Barrancos”.

Para este primeiro contacto com os potenciais compradores optei por divulgar dois imóveis que se encontram à venda e podem ser consultadas on line (na Internet). Para outra oportunidade ficam as casas (e os terrenos) ainda não colocados na Internet ou que os seus promitentes vendedores queiram divulgar graciosamente neste espaço.

Ref. 1
Bairro da Floresta - Barrancos
“Moradia em banda, praticamente nova. Composta por dois pisos: R/C, com Pátio interior, sala de estar com lareira, sala de jantar, WC, cozinha, terraço. 1º Andar: 2 quartos com roupeiro, um escritório ou quarto, WC.
Preço: € 95.000
Proprietário: não divulgado - Contacto: 965822955”







Ref. 2
Rua Nova do Baldio – Barrancos
“Moradia unifamiliar, T3, com estábulo, quintal e anexo. Casa típica com chão em xisto, quintal com árvores de fruto, estabulo, lareira e com vista panorâmica para a Serra Colorada e Estádio Municipal de Barrancos
Preço: € 60.000
Proprietário: não divulgado - Contacto: 932114855”






Entretanto, acrescentam-se mais duas casas que se encontram à venda há já algum tempo:


Ref. 3
Rua de Sº Bento, 25 - BARRANCOS
Moradia de R/C, traça antiga, necessitando obras.
Preço: Não divulgado
Proprietário: não divulgado - Contactos: 919 385 103 - 285 253 460



Ref. 4
Rua da Cruz, nº 2-4 - BARRANCOS
Casa de r/c e 1º andar, com entradas separadas, traça antiga a necessitar de obras.
Preço: não conhecido
Proprietário: não divulgado -  Contacto: no local



Ref. 5
Rua 1º de Dezembro - Barrancos
Prédio Urbano, destinado a habitação de rés-chão e 1º andar, com área comercial e quintal com 158m², integrado num terreno com uma área de 344 m2.
Preço: € 250.000.


Ref. 6
Rua Dr. Filipe Figueiredo - Barrancos
Antigo Posto da Guarda Fiscal
Preço: não conhecido.