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domingo, 18 de julho de 2021

Projecto Tauromaquia Património Cultural já tem site on-line

Embora o projeto não tenha ainda sido oficialmente apresentado, a candidatura da Tauromaquia a Património Cultural de Portugal já tem site online.

O site pretende ser uma plataforma que constitui o inventário nacional da tauromaquia, que embora ainda incompleto contempla já grande parte da história da tauromaquia em Portugal. O site contempla também uma Plataforma, que pretende ser uma “Wikipédia Taurina”, contendo todos os conteúdos taurinos, bem como todas as explicações sobre os mesmos.

O projecto foi desenvolvido no âmbito do Orçamento Participativo de 2017, e foi elaborado por investigadores de uma universidade de Lisboa, que o vão agora submeter à Direção-Geral do Património Cultural, que o analisará e tomará depois a decisão de integrar, ou não, a tauromaquia no inventário nacional.


sábado, 27 de fevereiro de 2021

Projeto “Tauromaquia a Património Cultural de Portugal”

Foi apresentado no passado dia 17 de fevereiro, parte do da candidatura à Corrida de Toiros ao Registo Nacional do Património Cultural Imaterial de Portugal.

Este projeto, promovido pela Associação de Tertúlias Tauromáquicas de Portugal, foi dirigido por Luís Capucha em parceria com vários investigadores. Participaram também inúmeras caras conhecidas da festa brava em 10 vídeos realizados e editados por José Cáceres.

(Pode seguir aqui todos os episódios do projeto)

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Aprovado o Programa «Saber-Fazer»

Pela resolução do Conselho de Ministro nº 89/2020, foi criado o programa Saber-Fazer. Este programa contém a estratégia nacional para as artes e ofícios tradicionais, para os anos 2021-2024, e estabelece as medidas para a salvaguarda, o reconhecimento e o desenvolvimento sustentável da produção artesanal.
O ‘Saber-Fazer’ está assente em três eixos – transversalidade, territorialidade e tecnologia – e os objetivos centrais desta estratégia passam por assegurar a transferência de conhecimento para as novas gerações, promover a inovação estratégica e qualificação de produtos e a respetiva valorização cultural e económica, no âmbito dos mercados nacional e internacional, bem como promover o turismo cultural, designadamente através da criação de roteiros turísticos.
O programa abarca diferentes medidas, incluindo a instalação de um centro tecnológico para o Saber Fazer, a implementação de um programa de aprendizado e o apoio ao desenvolvimento de negócios locais.
um programa para recuperar as artes e ofícios tradicionais
como a cestaria de Barrancos, hoje em vias de extinção
(Foto: Arquivo, eB)

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Lugares de Barrancos - o castelo de Cid

O "castelo de Cid", são umas ruínas situadas aproximadamente a 220 metros de altitude, junto à margem esquerda da ribeira do Ardila, na herdade das Russianas, na qual é possível encontrar vestígios de explorações mineraliferas de prata, cobre e ferro, bastante abundantes na região.
Castelo de Cid, Barrancos
(Fotos: Cortesia DS, 21-04-2007

terça-feira, 17 de julho de 2018

Estudo do barranquenho vai avançar com equipa da Universidade de Évora

"A Câmara Municipal de Barrancos e a Universidade de Évora vão renovar a cooperação para o estudo do barranquenho e o seu reconhecimento como língua. A candidatura a Património Linguístico Nacional é um processo demorado e complexo.
“Neste momento, está em fase de conclusão um novo protocolo com a Universidade de Évora, com medidas concretas de curto, médio e longo prazo, para o estudo do barranquenho”, incluindo “a elaboração de uma gramática e de um dicionário”. 
O protocolo está a ser preparado em parceria com a equipa de coordenação científica do Programa de Preservação e Valorização do Património Cultural Barranquenho, constituída pelos professores María Victoria Navas, Maria Filomena Gonçalves e Filipe Themudo Barata. 
A informação é de Dalila Lopes, vereadora da Câmara Municipal de Barrancos, que revelou ao “Diário do Alentejo” que a autarquia, em fevereiro deste ano, “retomou o contacto com os investigadores, no sentido de dar continuidade ao estudo do barranquenho e elaborar um programa específico de preservação e valorização da nossa língua, com o objetivo de obter o reconhecimento do barranquenho como língua cooficial minoritária”.
A eleita deu pormenores: “A criação de uma gramática e de um dicionário está dependente de um conjunto de medidas e de iniciativas de curto prazo e de carácter prioritário, que não foram iniciadas, como por exemplo documentar a língua. É necessário estabelecer um plano de trabalho sequencial. As ações que têm sido levadas a cabo, até ao momento, são ações isoladas, sem um plano de trabalho delineado e sem objetivos definidos. O protocolo existente, com a Universidade de Évora, celebrado em fevereiro de 2008, é bastante genérico e não contempla nenhuma ação específica que promova o estudo do barranquenho”.
Processo demorado
Em 2008, o barranquenho foi classificado como Património Imaterial de Interesse Municipal. Uma década depois, em junho de 2017, a Câmara de Barrancos, com o anterior executivo, anunciou que pretendia candidatar o barranquenho a Património Linguístico Nacional, junto do Ministério da Cultura, para ser reconhecido como língua oficial. E, numa outra fase, a Património Cultural Imaterial da Humanidade, junto da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura). Dalila Lopes explica, hoje, que a candidatura a Património Linguístico Nacional “é um processo demorado e complexo”, que “carece de um trabalho prévio devidamente organizado e documentado”. Processo, assegura, que terá início com a assinatura do protocolo em elaboração, ainda em 2018, entre a Câmara de Barrancos e a Universidade de Évora.
Falantes e ensino do barranquenho
O barranquenho é utilizado, hoje em dia, por todas as faixas etárias da população de Barrancos – menos de dois mil habitantes residentes no concelho, mas muitos emigrados na zona da Grande Lisboa e no estrangeiro –, no seu registo oral, mas sobretudo pelos mais idosos, que constituem o grupo de falantes “mais genuíno”.
Dalila Lopes, vereadora com o pelouro da Cultura, na Câmara de Barrancos, explica que “o envelhecimento destes falantes e o seu desaparecimento acarreta a perda irreparável de muitas destas práticas linguísticas e culturais”. 
Segundo a autarca, “a língua está em constante evolução, sendo óbvio que a pressão demográfica, o envelhecimento da população, a influência da escolarização e do uso obrigatório da norma padrão – o português –, e o contacto, cada vez maior, dos residentes com a realidade exterior e com os meios de comunicação têm implicações no registo oral das gerações mais novas, fazendo com que se percam algumas das características da língua”.
Daí, defende a vereadora, “ser urgente fomentar na comunidade uma consciência de defesa deste património único e ímpar no País e na Europa, para que o seu ensino, embora informal, possa ser uma mais-valia para a sua preservação”.
Longo trajeto a percorrer
Acerca da questão do ensino do barranquenho, Bento Caldeira, diretor da Escola Básica Integrada de Barrancos, considera que “um longo trajeto terá de ser percorrido”, por falta de estudos publicados – refere que há ainda insuficientes trabalhos de investigação, desde a Filologia Barranquenha (Apontamentos Para o Seu Estudo), de Leite de Vasconcelos, até ao recente O Barranquenho, de María Victoria Navas –, e esclarece que o agrupamento escolar, nesta fase, “não dispõe de recursos docentes nem documentais para implementar esta medida no currículo”. 
A concretizar-se o ensino do barranquenho, no futuro, “seria certamente uma medida de divulgação e preservação do património histórico e cultural do concelho” e “poderia ser apelativo para o interesse e a motivação dos alunos”. E, claro, é “importante” o esforço que está a ser feito para o reconhecimento do barranquenho como Património Linguístico Nacional e Património da Humanidade.
Quanto ao uso do idioma fora da escola, Bento Caldeira acha que “nos últimos tempos há uma tendência para a diminuição de falar o barranquenho”, predominando “o modo de falar português”. Ainda que, “em determinados espaços frequentados pelos mais velhos”, denote-se “o uso mais profundo do barranquenho”.
texto e fotos; Diário do Alentejo (16-07-2018/

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

FTSS estará em Barrancos a 2 e 3 de junho

Barrancos acolhe a 2 e 3 de junho o Festival Terras sem Sombras (FTSS), que esta ano vai na sua 14ª edição. Sob o formato de uma temporada, o festival realiza-se em itinerância entre Sines, Santiago do Cacém, Ferreira do Alentejo, Odemira, Serpa, Castro Verde, Barrancos, Elvas e Beja, de 17 de fevereiro a 8 de julho de 2018.
O FTSS visa dar a conhecer a um público alargado, através do património, da música e da conservação da natureza, um território que sobressai pelos valores ambientais, culturais e paisagísticos e apresenta um dos melhores índices de preservação da Europa.
A 14.ª edição do FTSS é apresentada oficialmente no dia 17 de janeiro, na embaixada da Hungria, em Lisboa, no dia 26, em Budapeste, e a 7 de fevereiro, em Cáceres.

sábado, 22 de agosto de 2015

Prémio Internacional de Fotografía "miradas cruzadas - património cultural" - uma oportunidade para divulgar a Mina de Apariz

Conforme aqui divulgado, encontra-se a decorrer o concurso de fotografia sobre património cultural, patrocinado pela UNESCO, que pode constituir uma oportunidade para divulgar a existência das nossas muitas minas e em especial o estado de degradação da Mina de Apariz, Barrancos.
As fotografias devem ser apresentadas até 15/09/2015, segundo o regulamento do concurso.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013