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sábado, 1 de junho de 2019

terça-feira, 28 de maio de 2019

Contra a mina de Urânio - Maré Branca em Villanueva del Fresno

Marcha/manifestação contra a exploração de urânio, em Villanueva del Fresno, dia 30 de maio, quinta-feira, às 20h30.
cartaz da "maré branca"
percurso da marcha - Villanuneva del Fresno

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Zahino contra a mina de urânio - populações portuguesas da raia estão ainda passivas


A cerca de vinte cinco quilómetros de Barrancos, entre Zahinos e Vilanueva del Fresno está o local, onde ainda em processo judicial, se encontram a  realizar estudos de prospecção (para saber a quantidade!) de urânio.
Pelos municípios extremenhos afetados (alguns mais distantes que Barrancos) a mobilização é intensa. E em Zahinos as casas estão quase todas em pé de guerra, até a Igreja!
No passado dia 23 de maio, quinta-feira, decorreu em Zahinos uma reunião de reflexão, para um grupo restrito que ultrapassou as 30 pessoas, onde foi exibido um DVD sobre a luta (ganha) contra essa mineração em Nisa. A reunião contou a participação de portugueses,  de Barrancos e de Mourão, que discutiram estratégias e tácticas que se poderão desenvolver na linha das que levaram ao sucesso no norte alentejano.
Em Portugal, sabe o eB, que já estão a ser desenvolvidas diligências ao nível do Parlamento (comissão de ambiente), e inclusive junto do ministro do Ambiente. No entanto, infelizmente a população portuguesa da raia e o sector empresarial da fronteira (que tem uma reunião especialmente vocacionada para as actividades económicas e os impactos do urânio nessas no dia 6 Junho em Jerez de los Caballeros, de que daremos notícias), parece distante, tal como as suas autarquias, ao contrário das extremenhas, ainda, passivas.
Para o dia 30 de maio, quinta-feira, está marcada uma manifestação ibérica em Vilanueva del Fresno,  a 30 km de Barrancos, contra esse desastre ecológico que pode ser a morte das nossas terras. Talvez seja a altura das populações da raia se associarem! 
Os gases radioactivos (o radão) e as águas contaminadas por lixiviados radioactivos  chegarão aos nossos campos e ribeiras, e também ao Guadiana, se a prospecção se concretizar em acto
fachada da igreja de Zahino, Badajoz, Espanha
pormenor da reunião do grupo de reflexão, em Zahino, 23-05-2019
Fotos: Cortesia AE/eB

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Mina de Urânio - um problema grave às portas de Barrancos

A concessão de licença para investigação e exploração de urânio na herdade de Cabra Alta,  que abrange terrenos dos municípios de Villanueva del Fresno, Zahínos, Oliva de la Frontera, Higuera de Vargas y Jerez de los Caballeros, onde dantes existia uma mina, está a provocar uma onda de indignação e de protesto daquelas populações.
O assunto foi tema de breve discussão na última assembleia municipal, que decorreu no passado dia 26 de abril. Naquela reunião, António Eloy, que interveio na qualidade de público, alertou o presidente da câmara municipal de Barrancos, Serranito Nunes, e o presidente da assembleia, Nelson Berjano,  para o gravíssimo problema ambiental e de saúde que esta exploração pode provocar às populações da zona, incluindo Barrancos, "apelando para a mobilização do empenho cívico".
No âmbito da sua intervenção e pedagogia, António Eloy, que entre outras atividades, assegura a coordenação do Observatório Ibérico de Energia, publicou ontem no jornal "Público", sob o título "um fantasma continua a percorrer a Ibéria", o artigo de denuncia que abaixo se republica:
Sobre a questão, as suas implicações, e protestos de ayuntamientos espanhóis e população em geral, pode ver aqui, aqui, aqui, aqui, e aqui,
cartazes contra a exploração na fachada do Ayt de Zahinos
símbolos do protesto em vária localidades espanholas perto de Barrancos
(Fotos: A.Eloy, abril 2019)