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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

O mercado português “não absorve o presunto que produzimos"

Para o bem e para o mal, a produção do porco alentejano está dependente em cerca de 90% do mercado espanhol. Tal como acontece com o borrego, os animais são transportados vivos para Espanha, onde são abatidos. As mais-valias da transformação do produto perdem-se para o mercado português.
Ainda, segundo Nuno Faustino, "a Barrancarnes, de Barrancos, mas 100% espanhola, transforma entre 5 e 6 mil porcos ao ano. Já a unidade de transformação de Montaraz, em Ourique, faz anualmente a transformação de 600 a 700 porcos de bolota ou montanheira". 
fotos da reportagem do jornal Público, de 20/11/2016

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Casa do Porco Preto (Barrancos) inaugurou loja n "El Corte Inglês", Lisboa

Para assinalar os 25 anos de existência, a Casa do Porco Preto abriu esta terça-feira, dia 3, uma loja no Supermercado do El Corte Inglês, Lisboa, para venda e degustação dos melhores enchidos de Barrancos, com especial destaque para o Presunto de Barrancos, DOP.
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Na inauguração, que decorreu em ambiente de confraternização, participou o presidente da câmara municipal de Barrancos, António Tereno, juntamente com Julian Martin, presidente da Barrancarnes, SA, dona da marca Casa do Porco Preto.
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O Presunto de Barrancos DOP, cuja qualidade e excelência são reconhecidas a nível mundial, assume cada vez mais o papel de embaixador de Barrancos e da comunidade barranquenha.
Casa do Porco Pretocom o Mariano Marcelo no corte de mais um presunto de Barrancos DOP.
Foto:  03-12-2013