Mostrar mensagens com a etiqueta Fêra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Fêra. Mostrar todas as mensagens

domingo, 31 de julho de 2022

Começa o mês da Fêra (depois de dois anos suspensa!) - com os primeiros foguetes às 0h00 de 1 de agosto...

Esta noite, à meia-noite em ponto - (ou, para ser mais preciso, às zero horas de 1 de agosto) -, serão lançados os primeiros foguetes da Festa de Barrancos 2022. Simbolicamente este ritual marca o mês da Fêra. Depois, a partir do dia 15, os foguetes serão lançados diariamente, por volta das 19h30 (hora de chegada da carrêra), para dar as boas-vindas aos barranquenhos e amigos que chegam para passar a Festa em Barrancos. (in eB, 31-07-2010)

À mesma hora, 00h00, de 1 de agosto, como manda a tradição, a Comissão de Festas procede à divulgação do Programa da Fêra. Dantes, somente em papel. Cartazes grandes que se afixavam nos cafés e nas montras das lojas, começando pelas duas sociedades (primeiro a dos Rapazes, e depois a dos Ricos, já extinta). Hoje, ao papel, que se afixa nos mesmos locais, a prioridade é virtual: através das redes sociais: nos facebooks, em blogues, nos tuiter, nos instagram, etc; etc.

O eB, tal como nos anos anteriores, a 2019, também se associa ao evento e, como manda a tradição, procederá à divulgação do Programa da Fêra 2022, logo depois que "acabem os foguetes", isto é, por volta das 00h15 do dia 1 de agosto. Daqui a pouco... 

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

A praça grande de Barrancos "estará toda iluminada..."

A Fêra/Festa de Barrancos 2021, foi cancelada, por motivos relacionados com as medidas de combate à Pandemia Covid19, que proíbe as feiras, festas e romarias populares, mas a Câmara Municipal resolveu decorar  a  praça grande com enfeites luminosos. Para recordar a época festiva ou agravar a depressão, por "falta da fêra"?

pormenor da decoração 
(Fotos: eB, 17/18-08-2021)

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

As Festa de Barrancos em 1872...

A propósito das nossas tradicionais Festas, trago hoje aqui o que se lia num edital de Agosto de 1872, relativo à vila de Barrancos, onde a autoridade relembravam como devia decorrer o espetáculo, no caso as corridas de touros:


"As nossas leis não permitem que os bois sejam corridos, bandarilhados sem serem primeiramente embolados, nem consentem que esses pobres animais sejam martirizados e mortos nas praças (…) e menos ainda deitar-lhes cães de fila, cortarem-lhes os corrilhões e os rabos e lançarem-se sobre eles ferozmente com punhais e navalhas (…) julgo do meu dever ordenar que os bois que vão tourear -se na Praça desta vila nos dias 28 e 29 do corrente mês de Agosto, sejam, primeiro, convenientemente embolados e não mortos barbaramente na Praça, podendo ser abatidos sem escândalo e sem martírio fora dela.” (in J. Leite de Vasconcellos, Etnografia Portuguesa, Vol. IX. Lisboa: Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1985, p. 548.)"


Excerto publicado em: Fernando Ampudia de Haro, O processo civilizacional da tourada: Guerreiros, cortesãos, profissionais e... bárbaros?, IHC, 2019, p. 126.


Sabemos hoje, 149 anos depois, que nunca foi assim, os touros continuaram a ser mortos na arena da praça, até hoje!


terça-feira, 1 de junho de 2021

Contributo para a História de Barrancos (XVIII) – A fêra

Publicamos hoje, o XVIII, "contributo" de José Peres Valério, desta vez sobre a Fêra de Barrancos e toda a sua envolvência e ritual:

A fêra, orgulho de qualquer Barranquenho que se preze, é realizada de 28 a 31 de Agosto de cada ano. Não é fácil escrever sobre a fêra se observamos a diversidade de acontecimentos que se arrasta desde o seu início. Porém, vou tentar fazer o melhor que sei e transmitir uma curta narrativa.  Não vou evidenciar as fêras da década de 1990 e seguintes, já que essas estão, ainda, bastante presentes na memória da população.

Com o estalejar dos foguetes às 00H00m do dia 1 de agosto de cada ano, tem inicio a fêra de Barrancos. A partir daí, nas sociedades, Cafés, Tabernas, ou ao fresco na porta da rua,  desenrolavam-se conversas em torno da fêra. Eram  constantes perguntas aos 5 festeiros: Quantos touros trazem? Quem são os toureiros? Quem são as animadoras/orquestras?  Hoje nem tanto. A azafama  com o  embelezamento dos prédios interior e exterior com  pinturas. Alvura que carateriza a nossa terra, é uma constante.

 Dia 15 de Agosto dia de Santa Maria, a comissão de festa  percorre todas as ruas, porta a porta, com o guião e o bibo (tamborileiro), fazendo o peditório para ajuda da festa com a colaboração das pessoas em numerário ou géneros. Estes, leiloados à noite na praça.  

Os tabuados, bancadas estruturadas em madeira na Praça da Liberdade têm uma capacidade de 830 lugares divididos em oito tabuados que preenchem a praça conforme informação prestada pelo eB (Jacinto Saramago). Até 1986 eram leiloados no dia 18 de Agosto na citada Praça. Depois do leilão, eram erguidos por particulares que ofereciam os valores mais altos. Construíam-nos por conta própria, com os materiais adequados e exploravam-nos nos dias da corrida. Às vezes, este procedimento de aquisição e construção acarretava pequenas disputas entre licitantes, o que originava que construções próximas  nem sequer se tocassem.

Entretanto começa a haver descontentamento entre a população, pela falta de interessados para construir os tabuados, bem como pelas discórdias mencionadas.  Uns queriam que fosse a Câmara a tomar conta da construção da praça, outros achavam como vinha sendo hábito e outros ainda, com opinião diversa. Face a estas contradições, a Câmara resolveu, por referendo, consultar a população, a fim de escolher a forma como havia de prosseguir a montagem. A partir de 1987 e após votação, decidiu-se que a montagem ficaria a cargo da Câmara, com materiais e mão de obra do município, sendo a exploração cedida às comissões de festas. Ainda a 18 de Agosto, são leiloados o bufete e a areia para espalhar  na praça.

O Barranquenho faz deste período o “Natal” em família. Em finais da década de 1950 e princípio de 1960, verificou-se um grande êxodo. Muita gente procurou trabalho noutras paragens, porque na sua terra não tinha como ganhar o pão. Estes ausentes regressavam à sua terra matando as saudades que lhes iam na alma e confraternizando com seus familiares e amigos. O regresso por norma em camionetas da Empresa de Viação Barranquense acontecia em dias próximos da fêra. De Moura partiam duas ou três camionetas cheias de pessoal que era esperado por familiares residentes por volta das 19h30m com o eclodir de foguetes. Com a evolução da sociedade, tudo mudou neste aspeto e esta prática anual perdeu-se no tempo. Os carros substituíram as camionetas e os foguetes estalam uma vez por outra.

Dia 28, o primeiro dia da fêra, é dedicado à padroeira de Barrancos, Nossa Senhora da Conceição, com procissão pelas principais artérias da vila, abrilhantada pela Banda Filarmónica Fim de Século de Barrancos, como manda a tradição. Quatro dias em que muitos não conhecem a cama. Em tempos mais recuado a cama eram os tabuados depois de terminado o baile.

De 29 a 31 são as tradicionais touradas, com touros de morte, realizam-se, diariamente, os encerros dos touros pelas 8 horas, até 1976. Antes eram feitos a pé, ou seja: os touros eram comprados nas várias ganadarias e transportados para a cerca dos picos (courelas) onde aguardavam a deslocação para a praça. De manhã, aproximadamente às 6 horas, um conjunto de voluntários, com seus cavalos, deslocavam-se à cerca e traziam-nos à praça com entrada pela rua da Igreja, a sul. A juventude com o seu apego a festa brava não perdia o mínimo espaço de tempo sem que estivesse muito próximo dela. Para tanto, deslocavam-se cerca de dois quilómetros, às Eiras de Carrasco, saltando paredes de corrais, aqui e ali, para se aproximarem o mais possível aos touros que vinham pelo caminho, em terra batida. Às vezes, os menos foitos, não deixavam de olhar para a árvore mais próxima (oliveira ou azinheira) não fosse o diabo tecê-la. Antes prevenir que remediar. E assim seguiam atrás dos cavaleiros e reses até à entrada da rua. Na praça, constantemente se ouviam gritos de: aí biene, aí biene! Anos houve que chegados ao meio da rua, certos animais, estranhando o ambiente,  diziam: “não vou mais para frente” e resolviam voltar-se transpondo campos desconhecidos sem que alguém fosse capaz de os sujeitar. Então, os cavaleiros perseguiam-nos, por vezes até Espanha, até os conseguirem pôr na respetiva cerca. Houve tardes em que os touros não chegaram até próximo da hora da corrida. Mas com a boa vontade de terceiros lá se remediava a situação e se realizava a corrida. Certa manhã, com a rua cheia de gente, um desses touros, ao voltar-se, perseguiu um cavalo, colhendo-o e ferindo-o com gravidade, sem que resistisse aos ferimentos. Face a este acidente os encerros a pé tiveram o seu fim.

Entrados na praça havia que apanhá-los e mete-los no encerro. Como hoje. Os mais destemidos corriam à volta deles, mas sem lhe tocar! não era com eles! Até que se ouviam vozes algures na praça: à la unha, à la unha!, pedindo que agarrassem o animal a braços, afastando a corda com que eram presos. Depois de tanta insistência, lá aparece um grupo aguerrido que consegue os seus intentos e o touro é encerrado no curro, à unha, até à hora da corrida.

A partir de 1977, pelo motivo atrás exposto, os encerros passam a ser feitos entrada da referida rua, fechada com barreira em madeira, onde são largados os touros, uma vez que o anterior sistema, não oferecia segurança. ─ No fim da década de 50, Século XX, a casa dos lavradores Irmãos Fialhos adquire uma ganadaria de gado bravo, mais tarde vendida, em 1968, a António José da Veiga Teixeira, e passa a vender os touros para a festa. Estes animais faziam a deslocação conduzidos por empregados da casa, alguns dos novilheiros abaixo citados e outros. Entretanto, em 1971 é criada a ganadaria de Couto de Fornilhos que, com a desistência daquela, passaram a negociar e transportar as respetivas reses, com seus empregados e outros. 

De sublinhar que a casa Fialhos disponibilizou alguns anos reses para charlotada noturnas com os  intervenientes novilheiros, mais tarde de renome: José Simões, Óscar Rosmano; Amadeu dos Anjos; José Falcão; este falecido na praça de touros de Barcelona com uma cornada femoral em 11/8/1974, e bandarilheiros: Guilherme Pereira, Manuel e António Badajoz, que proporcionavam um espetáculo nunca visto nesta terra com a população numa ostentação  invulgar de contentamento. 

À tarde, pelas 19 horas, dá-se o início das corridas com um touro por dia e uma vaca, dia 31, para os aficionados. Mais tarde, fins da década de1950 principio de 1960, passou a haver dois touros e dia 31 a vaca, consoante o dinheiro reunido no peditório de Santa Maria, leilão de oferendas e dos tabuados, até 1986. Os novilheiros e toureiros espanhóis que as comissões de festa apresentaram foram, entre outros: Manolo Serpa; Niño Laine; Galapago (bandarilheiro); Espartaco (pai); Bernardo Valência; Morante de la Puebla;  Antonio Ferrera, estes ainda no ativo; sem esquecer o Pepe Câmara, “filho adotivo” de Barrancos. Sim, porque após cornada gravíssima sofrida num encerro, em 1972, foi transportado de urgência em automóvel particular, ambulância indisponível, para o Hospital de Beja, (a 110 quilómetros) com uma perfuração pulmonar. Não vou citar os que o ajudaram mas que mostraram  altruísmo por aquele amante da festa brava que quiz ser alguém no mundo do touro. Foi uma manhã de infortúnio em que arriscou a própria vida por tudo o que lhe ia na alma. Curado, agradeceu ao povo o apoio e o carinho que lhe prestou. Prosseguindo com a sua tenacidade em ser alguém no mundo taurino, obteve o estatuto de matador de touro na praça de Figueras, município da província de Girona, comunidade da Catalunha, confirmando a alternativa na monumental de Madrid. Não esquecendo o bem que este povo lhe trouxe, voltou alguns anos, como cabeça de cartaz, às touradas desta terra e restituiu, ao povo de Barrancos, o seu primeiro traje de luzes (presenteado pela comissão de festas de 1975 e agora em exposição na sala de Turismo). Naquele tempo não era permitida a lide com toureiros portugueses até à aprovação da Lei, que permite os touros de morte. Touradas houve que faziam e fazem inveja a certas  praças fechadas.  

Nas variedades, mantem-se a tradição do antigamente com animadora, conjuntos espanhóis e grupos corais na praça até à meia noite, seguindo para o quintalão até 5 ou 6 horas do dia seguinte. Todavia, décadas anteriores a 1970, os bailes eram feitos na escola primaria dos rapazes na Rua Dr. Filipe de Figueiredo. Uma fêra de arromba!

Recuando 107 anos, diz-nos a história que no ano de 1914 com o eclodir da primeira guerra mundial em 28 de Julho, os responsáveis de então: Presidente da festa, senhor José Blanco Fialho; Secretário, senhor João Oliveira Escoval e Tesoureiro, senhor António Reganha Xarrama, julgaram por bem transferir as festas para: dia 6 de Setembro (peditório e leilão) e de 12 a 14 a festa brava, "alegando a má impressão que causa em todos os espíritos o rebentar da guerra Europeia que teve lugar nesses dias". De citar que nesse ano não existia comissão de festa com 5 membros, como hoje. Julga-se ter sido uma comissão constituída pelos citados, desconhecendo-se se seria prática comum naquele tempo. Porém os citados decidem:

- Comprar quatro touros dos campos de Coimbra na feira da Malveira no dia 28 de Maio de 1914 a Francisco Duarte Resina, saindo da Azambuja em 6 de Junho de manhã, chegando aos currais de Vale de Corcho nas Russianas no dia 11 ao escurecer, gastando 6 dias no percurso, conduzidos por dois homens, a pé, chegando o gado em mísero estado. Cada touro custou 50 escudos. Depois de reposto uns quilos, foram corridos e estoqueados pelo espada José Rodrigues Baez LITRI II de Huelva e sua quadrilha;

- Atribuir um bodo a 112 pobres com a carne de dois touros, cabendo a cada um 3 Kg., com osso e algum dinheiro que sobrou da festa;

- Atribuir o saldo apurado de 115,21 escudos ao Senhor Dr. Filipe de Figueiredo, para empregar no que julgar mais necessário para o consultório dos pobres desta vila.

Resumo contabilístico: Receita:- 443,95; Despesa:- 328,74; Saldo apurado =  115,21 escudos.

Finda a presente descrição, resta-me desejar que a peste que nos assola  (pandemia Covid 19), desapareça rapidamente e nos deixe usufruir da nossa tão ambicionada fêra.

Barrancos, 13 de Maio de 2021
Ass) José Peres Valério
Em baixo, fotos de Manuel Peres Valério:

Os encerros, que dantes eram a pé
(Fotos; s/datas, de Manuel Peres Valério)

terça-feira, 14 de julho de 2020

Há Terras que são como ‘"lares a céu aberto", por enquanto ainda livres de Covid 19*

Segundo o jornal "Público", de 5 de julho, de onde foi roubado e adaptado o título, quatro meses depois da chegada do coronavírus a Portugal, há 21 municípios portugueses que continuam sem qualquer caso de infeção, entre os quais, à data, estava também Barrancos (com dois casos positivos, desde ontem, dia 13). São cidades e aldeias do interior, isoladas e envelhecidas, onde o vírus ameaça chegar nas férias à boleia dos emigrantes e das pessoas que “vão à terra”. Ainda segundo o mesmo jornal, os especialistas querem equipas de saúde pública “pequenas e rápidas” para travar o previsível aumento de mortes entre os idosos.
No caso de Barrancos, não me parece que o "foco de contágio" esteja nos "emigrantes que regressam à terra", mas antes na descontração como nos comportamos no dia-a-dia, por vezes sem respeitar o distanciamento social e sem máscara (nalguns cafés ou esplanadas), e na idiotice de "fazer a fêra", alegadamente para "manter" as touradas,  que no caso até estão protegidas pela lei, descuidando a questão principal: a saúde pública da comunidade barranquenha.
Recorde-se que a "Festa/Fêra de Barrancos 2020" foi cancelada pela sua comissão organizadora, pelos motivos constantes no comunicado púbico de 10/06/2020.
mapa de Portugal, 05/07/2020
(in Jornal Público, da mesma data)
mapa de Portugal, em meados de setembro de 2020
(adaptado pelo eB)

domingo, 19 de agosto de 2018

O bufete/bar do baile do Quintalão de Festas 2018

O bar/bufete do Quintalão de Festas foi arrematado por 6 100 euros, durante o leilão que decorreu, como habitualmente, na praça grande de Barrancos, na noite do dia 18 de agosto.
O adquirente, que ofereceu o maior preço, foi este ano o gerente e proprietário do restaurante "A Esquina", de Barrancos.
Quintalão de Festas, Barrancos. Foto: eB, agosto 2012

sábado, 18 de agosto de 2018

O leilão do Bar/Bufete do Quintalão de Festas 2018

Esta noite às 22h00, começa o leilão do Bar/Bufete do Baile.  
Estar "coletados pelas finanças", é a única condição divulgada pela Comissão de Festas 2018.
Recorde-se que em 2017 o bar/bufete foi arrematado por Herlander Hermenegildo, por 4 mil euros, o mesmo valor de 2016, tendo ficado em 2015 por 3800 euros.
Quintalão de Festas, Barrancos. Foto: eB, agosto 2012

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Entramos no mês da fêra de Barrancos

Hoje, dia 1 de agosto, às 0h00, Barrancos "entrou no mês da Fêra". A essa hora, enquanto o fogueteiro lançava os primeiros foguetes, a Comissão de Festas 2018 "colava os cartazes". Primeiro na sociedade dos rapazes, e logo depois pelos bares/cafés e restaurantes da vila, sem esquecer os muros ou varandas das ruas. 
Entretanto, desde há uns anos para cá, as redes sociais e o eB, em especial, procederam também, à mesma hora, à divulgação do programa geral das Festas de Barrancos 2018, que todos desejamos seja um sucesso.

Vista parcial da Vila de Barrancos
(Fotos: eB, 23-05-2018)

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Festas de Barrancos 2017 - a construção dos tabuados (5º dia)

Um cheirinho da praça e dos tabuados, em especial para quem nos segue desde longe de Barrancos, com saudades, muitas saudades, da sua Terra e família...
ambiente na praça de Barrancos, às 7h40
(Video e fotos: eB, 23-08-2017)

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Festas de Barrancos 2017 - os tabuados (4º dia)

O estado de arte, na manha do 4º dia do inicio da construção...
os tabuados de Barrancos - parte da manhã
(Vídeo e fotos: eB, 22-08-2017)

os tabuados de Barrancos - depois de almoço
(Fotos: eB, 22-08-2017)

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Festas de Barrancos 2017 - a montagem dos tabuados (3º dia)

Depois da paragem do fim-de-semana, retomámos hoje a construção dos tabuados da fêra de Barrancos 2017 (com o som dos martelos no vídeo):
os tabuados de Barrancos
(Vídeo e fotos: eB, 21-08-2018)

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Festas de Barrancos 2016 - a desmontagem dos tabuados (4º e último dia)

Terminou hoje, ao 4º dia, a desmontagem dos tabuados. Para amanhã fica a limpeza da praça. A reparação calçada, deverá ocorrer só na próxima semana. 
Rituais de todos os anos, que os barranquenhos conhecem bem.
fase final dos trabalhos
praça da liberdade, já sem os tabuados
pavimento da praça e lixo no chão para limpeza de amanhã
Desmontagem dos tabuados da Fêra 2016
Fotos: eB, 08-09-2016
Nesta última foto podemos ver a retirada mecânica dos parafusos das grades, que garantem maior segurança a toda a estrutura, sem danificar muito a madeira. 
Dantes, os madeiros (paus) eram fixados com pregos de 15 cm, que em Barrancos eram conhecidos como  "pregos dos tabuados".