quinta-feira, 2 de abril de 2026

Isenção de portagens afinal não serve para Barrancos - Uma medida injusta e discriminatória

Ontem, dia 1 de abril, entrou em vigor a isenção de cobrança de taxas de portagens a pessoas singulares e coletivas com residência ou sede nos territórios do Alentejo que estão na área de influência da A2 - Autoestrada do Sul, entre o nó A2/A6/A13 e Almodôvar e da da A6 - Autoestrada Marateca-Estremoz, entre o nó A2/A6/A13 e Caia.

De acordo com a Via Verde, que certifica a isenção, a elegibilidade é validada com base na morada constante na documentação submetida do veículo e na matrícula associada ao identificador.

Para a A6 (Marateca-Évora-Estremoz-Marateca), o território abrangido pela Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos III (NUTS III) do Alto Alentejo e Alentejo Central;

- Para a A2 (Nó A2/A6/A13-Amodóvar e vice-versa), o território abrangido pela NUTS III do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral.

O que podia ser uma boa medida, afinal é uma desilusão. Os barranquenhos que utilizam a A6, têm de continuar a pagar a portagem.

O cidadão de Barrancos (e de Moura, por exemplo), que nas deslocações a Lisboa passa por Évora (e os barranquenhos não têm outra opção) está excluído deste beneficio. Ninguém faz a viagem Barrancos-Lisboa-Barrancos, por Beja! A isenção da portagem da A2 é residual para Barrancos.

Esperemos que os políticos (da região) tenham percebido o logro, e corrijam rapidamente o artigo 203.º da LOE 2026, norma injusta e discriminatória.

seta a explicar o caminho para Barrancos

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