Ontem, dia 1 de abril, entrou em vigor a isenção de cobrança de taxas de portagens a pessoas singulares e coletivas com residência ou sede nos territórios do Alentejo que estão na área de influência da A2 - Autoestrada do Sul, entre o nó A2/A6/A13 e Almodôvar e da da A6 - Autoestrada Marateca-Estremoz, entre o nó A2/A6/A13 e Caia.
O que podia ser uma boa medida, afinal é uma desilusão. Os barranquenhos que utilizam a A6, têm de continuar a pagar a portagem.
O cidadão de Barrancos (e de Moura, por exemplo), que nas deslocações a Lisboa passa por Évora (e os barranquenhos não têm outra opção) está excluído deste beneficio. Ninguém faz a viagem Barrancos-Lisboa-Barrancos, por Beja! A isenção da portagem da A2 é residual para Barrancos.
Esperemos que os políticos (da região) tenham percebido o logro, e corrijam rapidamente o artigo 203.º da LOE 2026, norma injusta e discriminatória.

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