O jovem barranquenho, Rúben Costa, atleta do BFC, foi convocado para a Seleção Nacional de Futebol de Rua 2025 que representará Portugal no Campeonato do Mundo de Futebol de Rua 2025, a decorrer em Oslo, Noruega, de 23 a 30 de agosto.
terça-feira, 19 de agosto de 2025
Barranquenho na seleção nacional do Campeonato do Mundo de Futebol de Rua 2025 (Noruega)
sexta-feira, 28 de outubro de 2022
Final Nacional Futebol Rua 2022 - seleção de Beja vence torneio com dois atletas de Barrancos
Os irmãos, Avelino e Manuel Galvão, jovens barraquenhos, fizeram parte da equipa distrital de futebol (masculino) de Beja, que se consagrou campeã nacional de Futebol de Rua 2022.
As seleções feminina e masculina de Beja conquistaram o título nacional de futebol de rua, durante os campeonatos que decorreram, no passado fim-de-semana, de 20 a 23 de outubro, na cidade de Beja.
A seleção masculina foi orientada por Fábio Pacheco e Gonçalo Lourenço e contou com os seguintes atletas André Quintos, Avelino Galvão, João Oliveira, Francisco Raposo, Manuel Galvão, Miguel Mestre, Rudinelo Vieira e Sandro Cavaco. A seleção feminina orientada por Fábio Pacheco e Mariana Pacheco foi constituída por Ana Costa, Ana Soeiro, Beatriz Modesto, Fátima Lima, Jéssica Pacheco, Lara Filipe e Margarida Bartolomeu.
O Torneio Nacional
de Futebol de Rua 2022 teve lugar no Parque de Feiras e Exposições “Manuel
Castro e Brito”, em Beja, numa organização da Associação CAIS em parceria com a
Câmara de Beja.
terça-feira, 9 de março de 2010
Lista da associações com sede em Barrancos
Associação Barranquenha Criadores Porco Preto
(Fundada em 27/05/2002)
Quinta de Linhares – 7230 Barrancos
Contactos: Tel/Fax: 285 958 620
Mail: geral@porcopreto.pt
Site: www.porcopreto.pt/index.php?option=com...act
Associação Desportiva de Caça e Pesca da Herdade de Pé de Cão
Monte da Taberneira
Contactos: Telm: 96 965 7130
Mail: romcadur@gmail.com
Associação Desportiva de Tiro aos Pratos “Barrancos Tira”
Associação Equestre de Barrancos – O Estribo
Travessa do Arco, n.º 4 - 7230 - Barrancos
Associação Humanitária dos Bombeiro Voluntários de Barrancos (AH-BVB)
Associação de Pais e Encarregados de Educação da EBI de Barrancos
Associação de Reformados de Barrancos
Barrancos Futebol Clube (BFC)
Barrancos Futsal – Associação Desportiva e Cultural
Centro Social e Cultural dos Trabalhadores da CMB
Clube Desportivo de Caça “Caçadores de Barrancos”
Clube Amadores de Pesca Desportiva de Barrancos
Comissão Fabriqueira da Paróquia de Barrancos
Contactos: ?
Comissão de Festas de Barrancos (CFB)
Fundada em 31/01/2008)
Rua Cónego Almeida, nº 2 - 7230 Barrancos
Contactos: ?
Mail: cfbarrancos@hotmail.com
Grupo Coral “Os Arraianos de Barrancos”
Grupo de Baile “Alma Raiana”
Lar Nossa Senhora da Conceição de Barrancos (IPSS)
Moto Clube “Os Pata Negra”
Contactos:?
Sociedade Filarmónica Barranquense (SFB)
Sociedade União Barranquense (SUB)
Sociedade Recreativa Artística Barranquense (SRAB)
Núcleo dos Amigos do Concelho de Barrancos (NACB)
terça-feira, 11 de agosto de 2020
Contributos para a História de Barrancos IX - Desporto
(...)
"Barrancos teve na infância dos seus filhos, em tempos remotos, antes da década de 1920/30 do Séc. XX, uma visão do desporto praticamente nula. Não porque não houvesse interesse em certas camadas jovens mas porque a vida vivida naquele tempo não o permitia.
quarta-feira, 21 de outubro de 2020
Contributos para a História de Barrancos (XI) - a água para consumo humano
Com esta pequena sinopse, quero exprimir a situação de escassez de água, vivida em Barrancos, nas décadas anteriores a 1960/70, inclusive.
A água, cuja fórmula química é H2O (dois átomos de hidrogénio e um de oxigénio), é um bem valiosíssimo de que todos os seres vivos necessitam.
Ela ocupa uma abundância muito expressiva na Terra, em três estados físicos: líquido, sólido e gasoso, distribuída principalmente por oceanos, rios e lagos. Os oceanos cobrem a maior parte da superfície da Terra. Mas, por força da sua salinidade, a água é imprópria para ser consumida por grande parte dos seres vivos no meio terrestre. Por sua vez, a água doce aplica-se a estes seres vivos, bem como à agricultura e outras. As atividades agrícolas exigem grandes retiradas de água do leito natural (terrenos cobertos pelas águas não influenciadas por cheias, inundações, etc.), bem como das águas subterrâneas com aberturas de furos hertzianos.
Pensa-se que já nesse tempo, a poluição hídrica existente comprometia a qualidade da água, porém menos que atualmente.
Como se calcula, a distribuição da água não é uniforme, uma vez que existem diversas regiões que sofrem de escassez deste recurso.
Segundo a ONU: «três em cada dez pessoas não têm acesso a água potável, mais de 2 mil milhões vivem em países com um elevado nível de “stress” hídrico e cerca de 4 mil milhões de pessoas passam por uma grave escassez de água potável durante, pelo menos, um mês do ano.»
Chegado aqui e depois desta breve introdução, importa analisar o que foi a carência de água naquele tempo em Barrancos. Haverá quem reconheça o que se segue, pois muitos dos que passaram por aquela situação, ainda estão entre nós.
Barrancos sempre teve uma disparidade entre inverno e Verão. Na década de 1960/70 e anteriores, como se diz, havia temporais agressivos. Começava a chover em setembro/outubro e passavam dias, semanas e até meses sem deixar de cair. Os campos alagados criavam grandes transtornos, nomeadamente nas sementeiras que por norma tinham início no mês de setembro. Os caminhos de terra batida, em certos sítios, eram autênticos lodaçais. Os animais atascavam-se. As pessoas que percorriam esses itinerários, em alguns sítios, tinham que pôr pedras para poderem passar, com muito cuidado, não fossem surpreendidas por alguma queda e saírem todas enlameadas ou com danos mais graves. Por sua vez, os verões secos e agrestes, com temperaturas altíssimas, causavam e causam um impacto acentuado na quantidade de água disponível nos terrenos, poços e fontes. Era nessas reservas que a população se abastecia. Existiam anos em que os verões eram tão rígidos, que as pessoas que recorriam à água dos poços, que abaixo se indicam, esgotavam-nos e só recuperavam durante a noite. O Poço Novo tinha uma nascente maior que todos os outros com exceção da Ferrenha. Esgotadas as nascentes menores, as pessoas iam, com burros ou outros meios, buscar água a este poço.
Nas bicas, corria um fio de água a ponto de as pessoas fazerem bicha para encher um cântaro ou uma carga. Eram horas à espera que chegasse a vez. O mesmo acontecia na nascente da Pipa.
Logo de manhã, as mulheres, (sim, porque os homens, por norma tinham de se deslocar ao campo, trabalho que prevalecia naquele tempo, entre outros, trabalhando de sol a sol), apanhavam nos cântaros de barro e deslocavam-se ao poço ou bica mais próximos da sua residência para acarretarem a água necessária para o consumo diário. Havia pessoas que saiam de madrugada para ir a esses poços buscar o líquido precioso em virtude do declínio das nascentes durante o dia. Mulheres havia que transportavam um cântaro à cabeça em cima de uma rodilha e outro no quadril, (autênticas equilibristas), percorrendo as ruas ingremes que a vila tem. Chegadas ao destino, com o esforço despendido, tinham mais vontade de se deitar do que começar outros trabalhos. Outras mulheres, que tinham meios de transporte, como burros ou muares, poupavam esforços em relação àquelas que se deslocavam a pé.
Após o acarreto da água, palmilhando o terreno por três, quatro ou mais vezes num trabalho árduo (aquelas que tinham ajustado serviços com outras pessoas mais abastadas), ainda que com todas as dificuldades passadas, mal alimentadas, encontravam resiliência para adquirir forças e trabalhar o resto do dia, conseguindo superar as situações mais difíceis.
Os homens desempenhavam este serviço no dia de descanso (domingo) ou quando estavam parados (desempregados), por norma com burros ou muares.
As casas dos lavradores tinham criados que iam buscar água. Estes percorriam todos os locais abaixo citados de forma que a carregassem para casa dos patrões, durante todo o dia, e em alguns casos, deitavam-na em poços que existiam nas residências. Daí verificar-se o vazio quase total nos poços para o abastecimento público. Estes criados iam buscar a água com animais com quatro barris de 15 l cada. Mas, como se diz, algumas casas tinham pipas (vasilha grande de madeira usada para transportar água em cima de uma estrutura de madeira puxada por um animal, geralmente muar ou cavalar). Nesses períodos gravosos, deslocavam-se até à Herdade da Contenda, ao poço de Vale Cristiana, que dista de Barrancos aproximadamente 6/7 km, possuidor de uma grande nascente que dava oportunidade aos outros de recuperar. Houve quem dissesse, naquele tempo, que havia um projeto para canalizar a água para Barrancos. Defendiam, que na zona deste poço existia um grande lençol de água. A verdade é que de água canalizada, nada.
Os vasilhames com que transportavam a água eram: como atrás se diz, cântaros de barro ou zinco, carburo (recipiente em forma de balde, em zinco), barris de madeira de 12 e 15 litros e, ainda, a pipa. Eram tempos muito difíceis. Tempos em que quando as pessoas chegavam do trabalho, cansados(as), sujos(as), da agricultura ou outros, apeteciam-lhes um retemperado banho ou duche. Todavia quedavam por se lavar num alguidar ou paneira, à falta de água canalizada, aproveitando a do banho ainda para outros desempenhos. Inadvertidamente cada um fazia racionamento para evitar o desperdício.
Na povoação, havia pessoas sem possibilidades de ir buscá-la e para resolverem a situação compravam ao Tio Zé Cubilha que, com os filhos Zé e Chico, todo o ano vendiam um cântaro ou dois, ou até uma carga, formada por quatro cântaros de barro. Também existiam outros que esporadicamente a vendiam.
Posto isto, esta água, utilizada nos mais variados processos, de que o povo beneficiava, dos poços e bicas, seria potável!? Nunca, que se saiba, nesse espaço de tempo, houve análises a este bem. Igualmente, para ela se tornar potável era necessário passar por várias operações até chegar à situação de ter qualidade suficiente para o consumo humano (beber e preparar os alimentos).
Onde quer que houvesse uma “pinga” de água, o povo não se importava de adquiri-la para seu proveito. Nos campos, habitados por pessoas que aí trabalhavam, com vivência dia e noite, bebia-se das fontes, poços e até dos rios correntes.
Eram os seguintes poços para abastecimento público: Poço do Galapêro, no caminho para as Eiras de Carrasco; Poço de Martins, hoje, soterrado, na propriedade do Mário Ruivo, também no caminho para as Eiras de Carrasco; Poço dos árvores, sito próximo da Bica grande; Poço da Praça, sito no fundo da Rua da Igreja, hoje tapado com o edifício da oficina do falecido Leonardo Sena, já desativada; Poço velho, sito no fim da Rua Dr. Mendes Ribeiro; Poço Novo, que abastecia o Matadouro municipal, hoje Rua do Lagar; Poço na Adua, hoje, soterrado, na entrada do pavilhão gimnodesportivo; Poço sito no largo do Mercado, hoje soterrado, na porta grande de entrada para o centro de saúde; Poço da ferrenha; Poço dos Cascáveis, sito junto a estrada internacional no término das casas; Outro a escassos metros deste e Poço por detrás do campo de futebol, hoje soterrado com o alargamento do campo. Todos foram tapados pela Junta de Freguesia.
Fontanários existiam e existem: Bica grande, como atrás se diz; Biquinha, na Rua das Bicas; Bicas do baldio de cima e de baixo; Bica da Lancheira, sita na Estrada Internacional junto a fronteira e a Pipa que dista, aproximadamente 3 Km.
Entretanto, nas décadas de 70 início de 80 do século passado, já os meios de transporte eram mais acessíveis, com o aparecimento de motorizadas e carros.
Contudo, com o advento do 25 de Abril de 1974 a situação mudou radicalmente proporcionando às populações a criação da tão desejada água potável e o saneamento básico. Mais tarde, no princípio da década de 80 do século XX, a população passou a ter acesso a água canalizada e o povo deixou de passar as agruras de outros tempos que tão hostis tinham sido para todos.
Barrancos, 17/10/20
Ass) José Peres Valério"
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Plano Estratégico para a Regeneração Urbana de Barrancos
De acordo com o comunicado municipal publicado no site www.cm-barrancos.pt , o Plano Estratégico para a Regeneração Urbana, prevê intervenções em diversas áreas da vila nomeadamente:
- Requalificação da Zona Lúdica do Baldio (acessos ao Parque de Feiras e Exposições, Cineteatro, Piscinas e Estádio Municipal de Futebol);
- Requalificação do largo do Quiligrito;
- Artérias Urbanas: Rua São João de Deus, Rua Higino de Sousa, Rua de Noudar, Rua N.ª Srª da Conceição, Rua D.ª Maria das Dores Fialho Garcia; Rua Jerónimo Vasques, Rua do Cerro, Rua Dr. Leite de Vasconcelos, Rua de Timor e Rua de Santo António;
- Plano de sinalização Rodoviária;
- Construção do Espaço Geriátrico de lazer, saúde e bem-estar a situar na Zona Lúdica do Baldio;
- Requalificação exterior de Edifícios Municipais que albergam Serviços Públicos, caso da Repartição de Finanças, Conservatória, Registo Civil e Notariado, ficando para uma segunda fase os Edifícios da GNR e do actual Centro de Saúde;
- Inclui ainda a aquisição de equipamentos para a ciclovia;
- Implementar zonas WiFi, nos equipamentos colectivos, que permitirá o acesso livre à Banda larga de Internet.
Ainda de acordo com o comunicado, a candidatura atinge um montante elegível de € 911.487,60, comparticipados até 70% pelo FEDER, para um horizonte temporal até final de 2011.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Abertas as inscrições para curso de Treinador de Futebol de 11
sábado, 6 de setembro de 2025
Portugal Vice-campeão Mundial de Futebol de Rua 2025 - parabéns ao Rubén Costa, que integrou a equipa
sexta-feira, 14 de junho de 2019
Lista do movimento associativo local (Barrancos) 2019
Nº
|
DESIGNAÇÃO
|
SEDE /
CONTACTOS
|
1
|
AGROBARRANCOS
– Associação de Agricultores e Criadores de Gado de Barrancos
(Fundada
em 19/05/2017)
|
Rua
Nova,15 – Espaço Multiusos
7230 - 032
Barrancos
|
2
|
Alburóti
Associação Cultural
(Fundada
em 03/04/2019)
|
Rua das
Forças Armadas nº 11
7230-019
Barrancos
|
3
|
A Estêva-
Associação para o Desenvolvimento do Concelho de Barrancos
(Fundada
em 14/09/2000)
|
Rua 1º de
dezembro,36-A
7230-042
Barrancos
|
4
|
Associação
BTT Veredas de Noudar
(Fundada
em 28/01/2014)
|
Casa das
Associações
Rua N S
Conceição, 2
7230-034
Barrancos
|
5
|
Associação
de Baile Zapatito Flamenco
(Fundada
em 12/09/2018)
|
Rua das
força Armadas nº 27
7230
Barrancos
|
6
|
Associação
Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Barrancos
(Utilidade
Pública - Fundada em 10/01/1980)
|
EN
258-Km103,44
7230 -
000Barrancos
|
7
|
Associação
de Reformados de Barrancos
(Fundada
em 09/02/2007)
|
Rua 1º de Dezembro
7230 – 042 Barrancos
|
8
|
Barrancos
Futebol Clube
(Fundado
em 27/04/1982)
|
Rua de S. Sebastião, nº 4-6
7230 - 049 Barrancos
|
9
|
Clube
Amadores de Pesca Desportiva de Barrancos
(Fundado
em 10/11/1987)
|
Casa das Associações
Rua NS Conceição, 2
7230 - 034 Barrancos
|
10
|
Lar N.ª
Sr.ª da Conceição de Barrancos
(IPSS -
Fundado em 20/01/1934)
|
Largo Ten. António Augusto Seixas.
7230-001 Barrancos
|
11
|
Núcleo dos
Amigos do Concelho de Barrancos
(Fundada
em 30/05/1985)
|
Sede Provisória
Rua de Macau, 19-r/c D
2700-538 Amadora
|
12
|
Sociedade
Filarmónica Barranquense
(Fundada
em 1898)
|
Rua Dr.
Filipe de Figueiredo, 10
7230 - 012
Barrancos
|
13
|
Sociedade
Recreativa Artística Barranquense
(Fundada
em 31/05/1919)
|
Praça da
Liberdade,nº 9
7230-025
Barrancos
|
14
|
O Estribo
– Associação Equestre de Barrancos
(Fundada
em 08/08/2003)
|
Travessa
do Arco, nº 6
7230
Barrancos
|
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
40 anos das primeiras eleições autárquicas - subsídios para a história de Barrancos (parte V - conclusão)
Cargo
|
Nome
|
Presidente
|
José Augusto Lopes Fialho
|
Vice-presidente
|
Félix Caeiro Mira
|
Vereador
|
Manuel Fernandes Fretes
|
Vereador
|
Francisco José Comprido Coco
|
Cargo
|
Nome
|
Presidente
|
José Domingues Gomes Escoval
|
Vogal
|
Clemente Pires Marques
|
Vogal
|
António Charrama Lopes
|
Cargo
|
Nome
|
Presidente
|
Carlos Caçador Durão (FEPU)
|
Vereador
|
António Semedo Guerra (FEPU)
|
Vereador
|
Sebastião dos Santos Ramos (FEPU)
|
Vereador
|
António Gomes Mira (PS)
|
Vereador
|
António Charrama Lopes (PS)
|
Cargo
|
Nome
|
Obs.
|
Presidente
|
Carlos Caçador Durão (APU)
|
|
Vereador
|
Domingos Nunes Fretes (APU)
|
|
Vereador
|
José Fernandes Bossa (APU)
|
|
Vereador
|
Sebastião dos Santos Ramos (PS)
|
Renunciou em 24/11/1980
|
Vereador
|
Francisco Mendes Domingues (PS)
|
|
Vereador
|
Alfredo Ramos Monteiro (PS)
|
Substituiu Sebastião Santos
Ramos, a partir de 24/11/1980.
|
Cargo
|
Nome
|
Obs.
|
Presidente
|
António Semedo Guerra (APU)
|
|
Vereador
|
Manuel Baleizão Chamorro (APU)
|
|
Vereador
|
Manuel Torrado Lavaredas (APU)
|
|
Vereador
|
Carlos Caçador Durão (PS)
|
|
Vereador
|
Domingos Nunes Fretes (PS)
|
|
Vereador
|
Félix Caeiro Mira (PS)
|
Em substituição de Carlos
Caçador Durão, que suspendeu o mandato por 180 dias, a partir de 13/06/1984, tendo depois renunciado
|
Cargo
|
Nome
|
Obs.
|
Presidente
|
António Semedo Guerra (APU)
|
|
Vereador
|
Manuel Torrado Lavaredas (APU)
|
|
Vereador
|
Manuel Baleizão Chamorro (APU)
|
|
Vereador
|
Domingos Burgos Caiadas (APU)
|
|
Vereador
|
Joaquim Serrano Rosa (PS)
|
Cargo
|
Nome
|
Obs.
|
Presidente
|
António Semedo Guerra (CDU)
|
|
Vereador
|
Manuel Torrado Lavaredas (CDU)
|
|
Vereador
|
António Pica Tereno (CDU)
|
|
Vereador
|
Carlos Caçador Durão (PS)
|
|
Vereador
|
Manuel Vidinha de Sousa (PS)
|
Cargo
|
Nome
|
Obs.
|
Presidente
|
António Pica Tereno (CDU)
|
|
Vereador
|
Manuel Baleizão Chamorro (CDU)
|
|
Vereador
|
Manuel Torrado Lavaredas (CDU)
|
Renuncia em 01/01/1996
|
Vereador
|
José Domingos Gomes Escoval (PS)
|
|
Vereador
|
António José Gavino Paixão (PS)
|
Renunciou em 09/11/1995
|
Vereador
|
Francisco Marcelo Bergano (PS)
|
Em substituição de António
José Gavino Paixão, a partir de 09/11/1995
|
Vereador
|
Francisco Marcelo Sabino (CDU)
|
Em
substituição de Manuel Torrado Lavaredas, que renuncia ao mandato, a partir
de 01/01/1996
|
Cargo
|
Nome
|
Obs.
|
Presidente
|
António Pica Tereno (CDU)
|
|
Vice-presid.
|
Isabel Catarina Caçador Sabino (CDU)
|
|
Vereador
|
Manuel Baleizão Chamorro (CDU)
|
|
Vereador
|
José Carlos Fernandes Durão (PS)
|
Renuncia em 25/02/1998
|
Vereador
|
Agostinho Peres Valério (PS)
|
|
Vereador
|
Nelson José Costa Berjano (PS)
|
Em substituição de José
Carlos Fernandes Durão, que suspendeu o mandato, a partir de 25/02/1998
|
Cargo
|
Nome
|
Obs.
|
Presidente
|
Nelson José Costa Berjano (PS)
|
|
Vice-presid.
|
Francisco José Nunes Gabriel Bossa (PS)
|
|
Vereador
|
Dalila Maria Costa Lopes (PS)
|
|
Vereador
|
Isabel Catarina Caçador Sabino
(CDU)
|
|
Vereador
|
Manuel Fernandes Charrama (CDU)
|
Por renuncia de António Pica Tereno em 01/01/2002
|
|
Cargo |
Nome |
Obs. |
|
Presidente |
António Pica Tereno (CDU) |
|
|
Vice-presid. |
Isabel Catarina Caçador Sabino
(CDU) |
|
|
Vereador |
António Manuel Durão Gavino (CDU) |
|
|
Vereador |
Nelson José Costa Berjano (PS) |
- Suspendeu mandato, por 120 dias, com efeitos a
partir de 21/12/2006; - Renunciou ao mandato, com efeitos a partir de
17/10/2007. |
|
Vereador |
Francisco José Nunes Gabriel Bossa
(PS) |
|
|
Vereadora |
Ana isabel Batista da Cruz (PS) |
- Em substituição de Nelson Berjano, desde
01/01/2007; - Efetiva, por renúncia de Nelson Berjano, a partir
de 24/10/2007. |
Cargo
|
Nome
|
Obs.
|
Presidente
|
António Pica Tereno (CDU)
|
|
Vice-presid.
|
Isabel Catarina Caçador Sabino (CDU)
|
|
Vereador
|
António Manuel Durão Gavino (CDU)
|
|
Vereador
|
Francisco Manuel Canudo Sena (PS)
|
Renúncia em 01/09/2010
|
Vereador
|
Cláudia Jesus Marcelo Costa (PS)
|
|
Vereador
|
António Carlos Oliveira Torrado Marcelo (PS)
|
- Em substituição de
Francisco Sena, que renunciou ao mandato em 01/09/2010;
- Renúncia em 01/07/2012;
|
Vereadora
|
Dalila Maria Alcario Lopes (PS)
|
Em substituição de António
Carlos Oliveira Torrado Marcelo, que renunciou ao mandato, a partir de 01/07/2012
|
Cargo
|
Nome
|
Obs.
|
Presidente
|
António Pica Tereno (CDU)
|
|
Vice-presid.
|
Isabel Catarina Caçador Sabino (CDU)
|
|
Vereador
|
António Manuel Durão Gavino (CDU)
|
|
Vereador
|
Fernando Manuel Fernandes Durão
(PS)
|
|
Vereador
|
Miguel Pedro Rodrigues Escoval (PS)
|

















