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sexta-feira, 23 de abril de 2021

Dia Mundial do Livro - celebrado hoje

Hoje dia 23 de abril celebra-se o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor. A data tem como objetivo reconhecer a importância e a utilidade dos livros, assim como incentivar hábitos de leitura na população.
Para celebrar a data, podia escolher entre os muitos poetas que a Ana Ramos dá voz em "
Poesias da Minha Vida", que recomendo; ou um poema da Luísa Gavino, uma agradável surpresa de 2020; regressar ao "Tanto e Nada" ou ao "Ser amigo não é difícil", dois livros da jovem Lara Salgueiro; ou tirar das "Palavras perdidas" do Xico Mendes. Ao acaso, fui roubar ao Amaro Garcia um dos seus poemas que pontualmente publica na sua página. Neste caso "trouxe" a mensagem (ou a saudade!), sobre uma festa e os seus rituais, a Fêra de Barrancos 2020, que a pandemia Covid19 anulou. Aqui está, para reler, com a esperança de que em 2021 possamos regressar a encontrar-nos "em agosto, na fêra"!:...
"Barrancos em Agosto de 2020
Barrancos ficou diferente
Deixou de ter alegria
Não se sente o ambiente
Perdeu-se toda a magia.

Chora a Praça amargurada
Sentindo enorme vazio
Ao romper da madrugada
Nem um martelo se ouviu.

Não há crianças brincando
Em alegre correria
Nem ouvem-se grupos cantando
Logo ao raiar do dia

Privado da sua Festa
Dos afectos e emoções
Agora apenas lhe resta
Saudade e recordações.
Amaro Garcia, 29/08/2020"

sábado, 14 de dezembro de 2013

Hoje, às 16h00, na Livraria Bulhosa de Entrecampos

Com Xico Mendes, entre os poetas populares


O livro  pode ser consultado, a partir de amanhã, na Biblioteca de Barrancos, numa oferta especial do Xico Mendes, na foto, ao lado.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Terras Vividas e Sonhadas, o novo livro de poesia com Xico Mendes apresentado este sábado

Sessão de Apresentação e Autógrafos do Livro seguido de leitura de poemas por parte dos poetas/co-autores na Livraria Bulhosa de Entrecampos - Campo Grande, 10 B, Lisboa, no qual colabora o nosso conterrâneo Xico Mendes, que já publicou anteriormente Palavras Nossas, editado há quase dois anos. 
(...)
E sonhei que até vi... debruçada nas ameias
Aquela moura que se deixou encantar
Por um cristão que o seu povo combatia!
Conta a lenda que em noites de lua cheia
A moura donzela não parava de chorar
Aquele amor que a fé não lhe permitia!
(...)
In Terras Vividas e Sonhadas
 (Castelo de Noudar, pág. 228)