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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Noites de verão ao som dos cães (parte IV) - numa zona que devia ser de sossego

Desassossego!
"Toda a noite", do Toy, que este ano atua nas Festas de Barrancos, podia ser o título da crónica de 27/09/2018, que se mantém atual, salvo no calor.
Dormir e descansar na zona do Bairro dos Espanhóis é impossível. Das 11 da noite à 6 da manhã, terão concerto de cães. A partir dessa hora, outros canitos aparecem, soltos pelos donos para fazerem as necessidades na porta dos outros. 
Abrir a persiana e espreitar pela janela às 2 da madrugada, para ver o que passa, pode ser considerado um acto terrorista. Podes ser fulminado, como o sequestrador do autocarro no Brasil, não sem antes ver os cães da vizinhança e mais uma (quase) matilha que se juntaram à "festa" e vagueiam pela rua.
Vamos ter saudades do galo tenor!
imagem net

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Noites tropicais ao som dos cães (parte III) - numa zona que devia ser de sossego

Há seis anos que vimos falando neste problema. O título desta notícia/post foi inicialmente publicado em 22/08/2012. Dois anos depois, em 27/02/2014, publicamos outro. Infelizmente ambos mantêm a atualidade. Para pior. Muito pior.
A que nos referimos? Aos cães - um, dois, três, quatro, quase uma matilha - que ladram (praticamente) toda a noite, incomodando a vizinhança que tem a pouca sorte de morar por perto, no caso na zona do Bairro dos Espanhóis.
Num raio de 10 a 20 metros, a contar do local onde escrevo este texto, ou seja, de casa, tenho três + dois + dois + um + um + um, num total de 10 canitos, dos quais quatro são muito "ativos". Tomar o fresco na varanda, ao anoitecer ou de madrugada, é um luxo que ninguém por aqui pode usufruir sem ouvir um concerto canino. Dentro de casa, nos quartos, o barulho é o mesmo ou pior. Nenhum vizinho desta zona tem o direito ao descanso, porque há sempre cães a ladrar. 
Há seis anos, no final da notícia, apelávamos ao bom-sendo dos donos. Afinal não tiveram. Nestas últimas semanas, tentei a mediação e  a sensibilização para a resolução do problema, sem conflitos. Não consegui. A culpa é sempre do cão do vizinho, que "começa primeiro"! Não pode ser. É um abuso.  Há mais cães e mais ruído. Não merecemos isto.
Foto: Arquivo eB, 2012