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sexta-feira, 26 de maio de 2023

Cuidado! Não digam que não foram avisados/as...

Há mais. Um pouco por todo o lado! No caso das imagens, abaixo, nem todas são prendas de animais vadios ou errantes, algumas são de canitos de companhia!

Sobre este assunto, recordo que continua em vigor a campanha da Junta de Freguesia de Barrancos,.... mas que pouco caso "lhe" fazemos!!

Hoje em dia não se pode andar de cabeça no ar...
podemos passear o boby, o boneco e até o tareco, mas não devemos esquecer o saco!
(Fotos: eB, 16 e 29-03-2023)

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Acontece (quase) todos os dias...

A tradição ainda é o que era.... tal como aqui ou aqui ou aqui, ou ainda aqui...
No largo de Montes Claros
(Foto: 06-02-2020)

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Noites de verão ao som dos cães (parte IV) - numa zona que devia ser de sossego

Desassossego!
"Toda a noite", do Toy, que este ano atua nas Festas de Barrancos, podia ser o título da crónica de 27/09/2018, que se mantém atual, salvo no calor.
Dormir e descansar na zona do Bairro dos Espanhóis é impossível. Das 11 da noite à 6 da manhã, terão concerto de cães. A partir dessa hora, outros canitos aparecem, soltos pelos donos para fazerem as necessidades na porta dos outros. 
Abrir a persiana e espreitar pela janela às 2 da madrugada, para ver o que passa, pode ser considerado um acto terrorista. Podes ser fulminado, como o sequestrador do autocarro no Brasil, não sem antes ver os cães da vizinhança e mais uma (quase) matilha que se juntaram à "festa" e vagueiam pela rua.
Vamos ter saudades do galo tenor!
imagem net

quinta-feira, 7 de março de 2019

Proibição de caçar com matilha - ou a cidade contra o campo?!

O Bloco de Esquerda apresentou na Assembleia da República, o projeto de Lei que "proíbe a utilização de matilhas como meio de caça". O projeto, apresentado como pretexto para "evitar a luta entre animais", surge na sequência de outras medidas semelhantes já rejeitadas no parlamento, desde 2017.
(Com os problemas que temos tido em Barrancos, com os ataque de cães, aquiaquiaqui e aqui, começo a acreditar que será uma boa iniciativa, sendo que os cães referido nas notícias não são matilheiros, mas antes vadios ou abandonados.)
Matilha e matilheiros - Foto: daqui

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Quem fiscaliza os animais perigosos ou potencialmente perigosos?

Há cerca de uma semana uma hemorragia fatal na zona do pescoço provocou a morte de um cão.  Não teve tempo de assistência veterinária. Momentos antes, teria sido atacado por um ou mais cães que costumam vaguear pelas ruas de Barrancos.
Hoje, ou melhor ontem, lembrei-me do sucedido e fiquei preocupado. Pela mesma zona encontrei, não um, nem dois, nem três… mas cinco cães vagueando. Não eram caniches! Eram cães de grande porte, do tamanho do animal morto! Alguns serão de caça, mas não todos!
Não sabemos se esta (quase) matilha tem dono, ou são animais vadios, abandonados ou errantes. Sabemos que existe um regime jurídico da criação, reprodução e detenção de animais perigosos e potencialmente perigosos, reforçando os requisitos da sua detenção e os regimes penal e contraordenacional. Não sabemos se estes animais estão licenciados. Sabemos que andam na rua, porque nos cruzamos com eles. Sabemos, também, que nenhum usa coleira ou peitoral, nem trela e só um tem açaimo!
Pela zona, que alguns leitores do eB já conhecem pelas serenatas noturnas, - (neste momento mais calmas, devido ao bom-senso de alguns donos) - passam diariamente dezenas de crianças e adolescentes a caminho da escola, que fica a pouco mais de 100 metros!
Haja autoridades com competência para fiscalizar estas situações, aqui denunciada, antes que ocorra alguma tragédia, poupando-nos à enxurrada de dor e lágrimas, gifs e afins nos murais  facebooks com mensagens ao estilo do “já se esperava”! Porque todos sabemos. Todos.
Bairro dos Espanhóis - (Foto: Arquivo eB, 02-05-2018)
Aditamento - 22/02/2019, 20h35
Publicam-se, abaixo, as fotos enviadas por um/a leitor/a, que ilustram a notícia:
alguns exemplares que vagueiam por Barrancos
(Cortesia leitor eB)

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Noites tropicais ao som dos cães (parte III) - numa zona que devia ser de sossego

Há seis anos que vimos falando neste problema. O título desta notícia/post foi inicialmente publicado em 22/08/2012. Dois anos depois, em 27/02/2014, publicamos outro. Infelizmente ambos mantêm a atualidade. Para pior. Muito pior.
A que nos referimos? Aos cães - um, dois, três, quatro, quase uma matilha - que ladram (praticamente) toda a noite, incomodando a vizinhança que tem a pouca sorte de morar por perto, no caso na zona do Bairro dos Espanhóis.
Num raio de 10 a 20 metros, a contar do local onde escrevo este texto, ou seja, de casa, tenho três + dois + dois + um + um + um, num total de 10 canitos, dos quais quatro são muito "ativos". Tomar o fresco na varanda, ao anoitecer ou de madrugada, é um luxo que ninguém por aqui pode usufruir sem ouvir um concerto canino. Dentro de casa, nos quartos, o barulho é o mesmo ou pior. Nenhum vizinho desta zona tem o direito ao descanso, porque há sempre cães a ladrar. 
Há seis anos, no final da notícia, apelávamos ao bom-sendo dos donos. Afinal não tiveram. Nestas últimas semanas, tentei a mediação e  a sensibilização para a resolução do problema, sem conflitos. Não consegui. A culpa é sempre do cão do vizinho, que "começa primeiro"! Não pode ser. É um abuso.  Há mais cães e mais ruído. Não merecemos isto.
Foto: Arquivo eB, 2012

domingo, 18 de dezembro de 2016

Contra a caca - não será muita, mas suja o sapato

aqui falámos nisto, mas ainda só vi uma pessoa a passear o canito, de trela e saco na mão para apanhar a caca. Certamente haverá mais, muitas mais, mas só ainda vi uma. Em Barrancos.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Passear o canito pode dar nisto....

... e alimentar cães abandonados, sem cuidar do resto, também....
Algures, numa rua de Barrancos, onde já tardava.
Fotos: eB, 10-08-2016

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Morar junto a uma matilha - uma experiência única!

Já por aqui tínhamos falado disto, mas nas últimas noites agravou-se. Não ladra um, nem dois, são três (ou mais) de várias tamanhos, raças e proveniências (donos). Uma matilha a ladrar, toda a noite.
Quem mora pela zona da foto, sabe bem do que falo... não é exagero! Desgraçado do casal que tenha bebés ou filhos pequenos...
Imagem Google maps