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segunda-feira, 23 de maio de 2022

Artesanato - árvores bonsai

Uma pequena amostra de árvores bonsai em arame de alumínio lacado, do nóvel artesão barranquenho Manuel Ramos (Lito, para os amigos). Uma arte que o Lito descobriu há uns anos, mas só recentemente começou a explorar com mais dedicação.

Por enquanto não estão em exposição, mas se alguém quiser apreciar e, eventualmente encomendar alguma, pode mandar mensagem ao artesão.

Bonsais em arame, de Lito Ramos, Tmv 965193854
Fotos: Cortesia, de LR)

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Artesanato - casas típicas de Portugal

Em baixo, as miniaturas de casas típicas ou tradicionais portuguesas (região norte), um minucioso trabalho do artesão Luís Fernandes, barranquenho adotivo, que estiveram em exposição no posto de Turismo de Barrancos.

Miniaturas de casas típicas portuguesas
(Fotos: eB, 14-10-2021)

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Criada a Medida de Apoio Excecional aos Artesãos e às Unidades Produtivas Artesanais

Foi criada a Medida de Apoio Excecional aos Artesãos e às Unidades Produtivas Artesanais, a conceder a artesãos e a unidades produtivas artesanais com sede em território continental, como forma de incentivo à manutenção da atividade das empresas artesanais, para fazer face à perda de rendimentos decorrente do cancelamento de feiras e certames de promoção e comercialização do artesanato originado pela crise pandémica COVID-19

Apoio é concedido pelo Instituto do Emprego e da Formação Profissional (IEFP), e financiado por transferências das verbas do Programa de Promoção das Artes e Ofícios, criado pelo Decreto-Lei n.º 122/2015, de 30/6, que não foram executadas devido ao cancelamento de feiras e certames e que poderão ser reforçadas para o efeito.

O apoio financeiro atribuído tem o valor de quatro vezes o Indexante dos Apoios Sociais (IAS), concedido a título de subsídio não reembolsável.

Cestaria de Barrancos
(Foto: Arquivo eB, 2014)

segunda-feira, 30 de março de 2020

Ofícios e Microempresas Artesanais

Designa-se por atividade artesanal a atividade económica, de reconhecido valor cultural e social, que assenta na produção, restauro ou reparação de bens de valor artístico ou utilitário, de raiz tradicional ou contemporânea, e na prestação de serviços de igual natureza, bem como na produção e confeção tradicionais de bens alimentares.
Para saber mais e conhecer o enquadramento e os benefícios concedidos a estas atividades, sugere-se a consulta ao sitio eletrónico da DGADR
Artesão - Foto: daqui

terça-feira, 8 de março de 2016

Artesanato de Barrancos - galhardete "Vozes de Barrancos"

galhardete para o Grupo Coral Feminino "Vozes de Barrancos"
Trabalho em barro de Fátima Martins e Sílvia Branquinho
Foto: eB, 07-03-2016

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Oficina Municipal de Artesanato

Uma pequena amostra das peças de artesanato, em barro, produzidas na oficina de artesanato da Câmara Municipal de Barrancos, que pode encontrar à venda no Posto de Turismo, no Museu Municipal de Arqueologia e Etnografia e no castelo de Noudar...
castelos, muralhas, cinzeiros e choças...
... e a última cozedura....
.... produzidos pelas artesãs, Sílvia e Fátima.
a pintura duma peça.
(Fotos: eB, 26-11-2015)

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Barrancos Capital do Presunto - no artesanato local (parte II)

aqui falámos, mas hoje regresso ao assunto, com mais uma peça, embalada, dum "recuerdo" de Barrancos -Capital do Presunto...
Peça (pintura) de Fátima Martins. Fotos: eB, 15-04-2015

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Barrancos Capital do Presunto - no artesanato local

Barrancos - Capital do Presunto não podia esquecer a sua marca principal o Presunto "pronto e embalado". 
Artesanato de Fátima Martins e Sílvia Branquinho. Fotos: eB, 26-03-2015
prato com logótipo oficial, ainda em fase de conclusão. Foto: FS, 02-04-2015
as diferentes peças de artesanato (barro) na fase da elaboração.
a choça, ainda em fase de criação.
a torre do relógio, também em fase de preparação. Foto: eB, 04-11-2014
 peças de artesanato já concluídas. Artesãs: Fátima Martins e Sílvia Branquinho.
 Foto: eB, 26-02-2015

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Barrancos pode rentabilizar o artesanato e os produtos tradicionais locais?

"Portugal está a regressar à agricultura. Será que vale a pena?" era este o título escolhido por um jornal diário para a reportagem desenvolvida no seu suplemento dominical do dia 27 de Novembro de 2012. Mais recente, um aviso do PRODER suspendia, temporariamente, as candidaturas de novos projetos na área da agricultura e na agroindustria, por "falta de verbas".
E em Barrancos? Teremos condições para regressar à agricultura,... que nunca foi relevante na nossa terra?
A quase totalidade do território do município de Barrancos é ocupada por solos das classes D e E, com predominância desta última, composta de xistos esqueléticos de fase delgada, muito pobres e com elevado potencial de erosão, nomeadamente nas zonas mais declivosas.
A agricultura barranquenha, maioritariamente de subsistência, que predominava em Barrancos até aos inícios da década de 60 do Séc. XX, desapareceu completamente. Hoje os terrenos com algum potencial agrícola estão abandonados ou subaproveitados. Tudo o que é consumido tem de vir de fora, "até o raminho de coentros, temos de comprar na loja"!
Apesar da tipologia dos terrenos, teremos condições para sermos auto-suficientes, para comprar mais o produto local,... do "nosso campo"?
Adenda:
Este artigo, com atualizações, estava escrito há cerca de um ano, tendo sempre adiado a sua publicação, por falta de oportunidades. Resolvi não adiar mais, acrescentando o seguinte:
Em Barrancos, como em todo o Alentejo, o latifúndio predomina, tendo a pecuária como exploração dominante. O minifúndio também existe: os chamados currais, ferragiais ou pequenas parcelas (hortas) situadas na sua maioria à volta da vila. Nestes terrenos, para além do olival (oliveiras centenárias e pouco produtivas), da pecuária (sobretudo ovelhas) e num outro umas sementeiras de subsistência (favas, ervilhas,  batatas, alhos, legumes, etc;)  poucos são rentabilizados. Muitos estão incultos há anos ou décadas. Abandonados, também.
Entretanto, meia dúzia de pequenos agricultores - "velhos" - mantêm as suas rotinas e continuam a semear as suas hortas "para fartura de casa". Por vezes, para acrescentar ao magro rendimento, vendem o "excesso de produção" aos vizinhos, aos familiares e amigos. Com medo. Não existe uma cadeia de valor. Ao contrário da pecuária, a agricultura local nunca foi uma fonte de rendimento, mas também pouco interesse tem havido na sua rentabilização.
Nesta área, como noutras, falta em Barrancos uma estrutura - cooperativa ou associação - que, agregando os pequenos agricultores e/ou produtores tradicionais, os criadores de gado (incluindo suinicultores) fosse capaz de rentabilizar e potenciar a sua atividade, criando novas oportunidades de negócios. No fundo uma Rede de Produtores, abrangendo o artesanato e as pequenas industrias locais intimamente ligadas com agricultura e à vida rural (o chamado "saber-fazer" tradicional)
Uma outra solução que a completaria, seria a criação dum ponto de venda de produtos locais ou a sua diversificação.  Neste caso, na impossibilidade de criação de lojas tradicionais, o atual Mercado Municipal de Barrancos, que já aqui dissemos que só  funciona um ou dois dias na semana, reúne as condições ideais para esta solução. Neste  espaço, com periodicidade a estabelecer, poderiam juntar-se os pequenos produtores agrícolas locais e vender os seus produtos (escoar os produtos). O mesmo sucede em relação aos produtos tradicionais produzidos em pequenas quantidades, tais como o queijo, o mel, os enchidos e o presunto. Seria uma forma de dinamização e rentabilização do sector (ou fileira) dos produtos tradicionais e agroalimentares, incluindo os derivados do porco preto. 
Por último, e não menos importante, salientar que o comércio a retalho não sedentário de artigos de fabrico ou produção próprios, designadamente artesanato e produtos agropecuários, estão sujeito a regras simplificadas de comercialização, nos termos da Lei nº 27/2013, de 12/4, ficando dispensados de apresentação de faturas comprovativas da aquisição de produtos para venda ao público, nos termos previstos no Código do IVA.
Adenda
cf. também a Portaria nº 74/2014, de 20/3, que estabelece derrogações e Despacho nº 294/2015-DGV.
Couves, algures numa hortinha barraquenha
A sementeira de favas...
O laranjal. Há laranjas em Barrancos!
Enchidos de Barrancos
Ovos do campo.
Artesanato - malas de couro
Artesanato - cestaria de Barrancos.  Fotos: Arquivo eB