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terça-feira, 6 de abril de 2021

COVID 19 - "Em Barrancos bastam dois casos para passar a linha vermelha"

Segundo a noticia de hoje da TSF "Barrancos tem quatro casos de Covid-19. Com mais dois, atinge os 120 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias definidos pelo Governo como limite para não desconfinar."

A afirmação está certa no numero de casos, nesta data, hoje, 6 de abril (4 casos ativos). Quanto à incidência por 100 mil habitantes,  tal como diz o coordenador da saúde pública do Baixo Alentejo, em Barrancos "bastam dois infetados para passar a linha vermelha". Ou seja, tendo em conta a população (1634 habitantes) estimada pelo INE, com dois casos positivos (infetados) o município de Barrancos, regista 122 casos por 100 mil habitantes, acima da "linha vermelha" fixada pelo governo. O problema é que Barrancos não tem dois, mas sim quatro positivos ativos, o que duplica a incidência e passa para 245 casos por 100 mil habitantes. Risco máximo e travão ao fundo no desconfinamento, na próxima quinzena, se não houver alteração legislativa nestes limites para os "pequenos concelhos", como reivindicam os autarcas.

Barrancos. foto: Artur Machado, Global Imagem, TSF

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Esta noite não há lume na praça... e o catalão será assado em casa!

Segundo a TSF, "esta noite de Natal a população de Barrancos vai comer o tradicional catalão em casa, interrompendo uma longa tradição". 

(Foto: TSF, 2020)

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Notícias da Igreja através do bispo militar

Foi um prazer ler a entrevista de D. Januário Torgal Ferreira, bispo das Forças Armadas, ao Diário de Notícias do passado domingo, dia 17. O seu pensamento sobre a renúncia Papal e outros temas tabus na Igreja, sem esquecer que nesta há "lobos que se fazem passar por cordeirinhos", é de uma lucidez tremenda, que deixa as ovelhas tresmalhadas com vontade de regressar ao rebanho. 
A entrevista de D. Januário ao DN (e à TSF) dá, à sua maneira, uma vassourada no proselitismo religioso de ideias bolorentas, que ainda há muito por essas capelas.  
excertos da entrevista ao DN de 17/02/2013