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domingo, 6 de abril de 2014

Governantes dizem que cortaram RSI a quem tem mais 100 mil euros no banco!

Porque hoje é domingo, dia de missa, aqui fica um assunto que poderia merecer uma eucaristia, digo, sermão.
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Diz o vice-primeiro ministro (sim, aquele da lavoura, dos reformados, das feiras, etc;!) mais o seu ministro da (in)segurança social (sim, aquele da vespa!), que os cortes do rendimento social de inserção (RSI) foram "para aqueles beneficiários que têm mais de 100 mil euros em contas bancárias". Pois.
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Não se percebe a quem se referem os ministrus, porque, quando questionados sobre o número de beneficiários que viram cessada a prestação por esse motivo, não souberam (ou não puderam) explicar!
Mas, recordando dois casos que conheço a quem lhes foi "cortado" o RSI em meados de março, só podem estar a brincar! São uns brincalhões, estes ministrus! Oxalá estes "nossos" RSI's tivessem um décimo daquilo que estes democratas cristãos apregoam!
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Provavelmente confundiram as siglas.... RSI com BPN... (sim, aquelas do banco que emprestava milhões, a quem não tinha um cêntimo para devolver, mas que agora estamos todos a pagar...).

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Beneficiários do RSI vão prestar trabalho social

O governo pretende que os beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI) sejam obrigados à “prestação de atividade socialmente útil”.
De acordo com a proposta do ministro da Segurança Social e Solidariedade (MSSS), que se encontra em apreciação pública, os beneficiários do RSI passam a prestar 15 horas de atividade semanal distribuída por três dias/semana, tendo direito a transporte, alimentação e seguro de acidentes pessoais. Serão entidades acolhedoras destes beneficiários, entidade sem fins lucrativos e instituições da economia social (IPSS).
Ainda segundo a proposta governamental, que estabelece os direitos dos beneficiários e os deveres das entidades promotoras, resta saber se há instituições sociais interessadas em “colaborar" com Estado numa política de caridade burocratizada e onde a Segurança Social terá um papel de "liderança". A Segurança Social manda e impõe - "gere o programa e a bolsa de beneficiários". Ora, tendo em conta a arrogância e incompetência de alguns serviços deste organismo nada de bom devem esperar as potenciais entidades promotoras e muito menos os beneficiários do RSI.
Voltamos à caridade que julgavamos abolida em 1974?