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quinta-feira, 1 de março de 2018

Se for jantar fora, não se esqueça de levar o animal de companhia

Brevemente, quando for jantar ao Agarrocha, ao Miradouro ou ao Esquina, restaurantes locais, não se esqueça que pode levar  o seu animal de companhia!
A proposta de lei, que brevemente será publicada, caso o Presidente da República não pare este disparate, foi aprovada por unanimidade pelos nossos deputados, no passado dia 9/2/2018. Todos, do PCP, BE, PEVerdes, PAN, PS, PSD e CDS, votaram a favor. Será que leram o articulado da norma que votaram?

Para além do gato, do cão e do periquito, e o peixinho, de preferência dentro do aquário, se não vão pensar que leva a comida de casa, pode também levar o porco-da-índia, o porco alentejano, a cobra,  o lagarto, a cabrinha e a ovelha. Tudo são animais de companhia.
O cavalo e o burro também se enquadra no conceito de animal de companhia, mas estes são grandes, e vão de ter ficar à porta. Ou então, o seu dono comer na esplanada...
Uma lei que deve ter sido feita a pensar nos cães (canídeos), mas com uma redação que mete tudo no mesmo saco. Um problema para os donos dos restaurantes!
Aditamento
Cf Lei nº 15/2018, de 27/3, que entra em vigor a 27/06/2018

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Desde quando as touradas (de Barrancos) têm subsídios europeus?

Por estes dias fomos surpreendidos com muitas tonterias, entre as quais esta que dizia que o "Parlamento Europeu acaba com subsídios para touros de morte". Mas, desde quando é que a União Europeia financia a criação de "touros de morte" (?!) em Portugal ou Espanha? Ridículo. Se o disparate pagasse impostos a dívida portuguesa seria nula!
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Recorda-se que este assunto foi debatido aquando da aprovação do Relatório sobre a posição do Conselho sobre o projeto de orçamento geral da União Europeia para o exercício de 2016. De entre as 52 emendas que estavam no guião de votações, a emenda 22 ao parágrafo 28 do relatório, do eurodeputado estónio Indrek Tarand, do grupo parlamentar d'Os Verdes/ALE, despertou mais atenção. 
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Já no ano passado uma emenda praticamente igual tinha sido apresentada e chumbada em plenário por não ter obtido a aprovação da maioria absoluta dos eurodeputados. Desta vez, com 438 votos a favor, 199 contra e 50 abstenções, a emenda foi aprovada, seguindo agora no relatório aprovado para o Conselho (ECOFIN).
Foto: Luís Pardal/Global Imagens