São 7h25 - (céu com alguma nuvens, 18ºC, vento E 5 km/h, 64% humidade) - já estamos à espera do primeiro encerro. Na praça, uns sobem e outros descem os tabuados. Na rua da Igreja espera-se a passagem dos cabrestos, mas ainda a ninguém se ouviu dizer "já estão ai" (os touros, claro, vindos em jaulas desde as Mercês - Couto de Fornilhos).
Entretanto, na rua da Igreja, alguém passa a espalhar um
zum-zum ou o
diz-que-diz: "quem serão os que apanham os touros este ano"? A interrogação é pertinente, mas nada que atrapalhe a comissão que, ao subir a rua, vem dizer "já chegaram". Os touros, claro... O foguete confirma.
7h50 - os touros já estão no fundo da rua, faltam os cabretos que, pouco depois, começam a subida por entre a
aficion deitada no meio da rua.
8h07 - já o primeiro touro sobe a rua cheia de gente,mas sem se importar com ninguém. Na praça, junta-se aos cabrestos, dá uma ou duas voltas e amansa. No tabuado, o António Violante e na arena o David Rúbio (tendo o irmão Ricardo, por conselheiro), enlaçam o bicho à segunda ou terceira tentativa. Fácil e simples, sem história este touro.
8h30 - o segundo vem já por acima, mais metediço que o primeiro, mas sem importunar os aficionados que o aguardavam na rua e nas varandas. Na arena, foi mais atrevido que o anterior, fez subir várias vezes a rapaziada nos paus. Entretanto, dois nossos conhecidos de outros anos, o Gonçalo, na praça e a mãe do Gonçalo, debaixo do tabuado a chamar por ele, alertavam a
aficion, que pouco conseguia ver, que o touro estava perto dos paus e corriam perigo.
Às 8h45 o touro estava enlaçado e caminhava para os curros, quando o escriba de serviço interrompeu a reportagem e foi comprar uns
eringos (churros) para o segundo pequeno-almoço, que isto de encerros dá fome. Até logo!
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Momentos do encerro, antes da largada do primeiro touro
(Fotos: eB, 29-08-2015) |
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| o primeiro touro... |
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| o segundo... |