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| Barbearia de André Rodriguez, Rua 1º de Dezembro, nº 2 perto da Farmácia Barranquense - Foto: eB, 06-12-2016 |
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terça-feira, 20 de dezembro de 2016
A barbearia de Barrancos
A barbearia de Barrancos, de André Rodriguez, que abriu a 15 de março de 2016, mudou para aqui...
quinta-feira, 17 de março de 2016
Barbeiro-cabeleirero - abriu dia 15 de março
Conforme aqui anunciado, já está a funcionar o novo estabelecimento barbeiro-cabeleireiro, de André Rodrigues, que fica na rua 1º de Dezembro, nº 31 (entre a rua do Cerro/rua Moçambique), em Barrancos.
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| Pormenor exterior e interior do estabelecimento Fotos: André Rodrigues |
domingo, 13 de março de 2016
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Os barbeiros… de Barrancos
Bem sei que em Barrancos temos três excelentes cabeleireiras,... com salão unisexo...
Bem sei que, desde há alguns anos, tenho o cabelo (bem) cortado pela Mariquita Rúbio, ultimamente, a segundo pente…contra a sua vontade,...
Mas hoje tive saudades dos barbeiros de Barrancos, que já não há.
Recordo quatro:
- o tio Zé Alcario, mesmo
ao lado da Câmara (hoje Cartório Notarial), que parece que estou a ver na
sala/barbearia, onde tinha a cadeira;
- o tio Candelário (ou "Calendário", como na infância o tratava), na rua Cónego Almeida, por onde diariamente passava e com quem conversava, muitas vezes com a companhia da sua mulher, a Maria Garcia, sempre mais faladora, e do tio Lopes, que já vinha almoçado e ia à procura do café;
- o tio Candelário (ou "Calendário", como na infância o tratava), na rua Cónego Almeida, por onde diariamente passava e com quem conversava, muitas vezes com a companhia da sua mulher, a Maria Garcia, sempre mais faladora, e do tio Lopes, que já vinha almoçado e ia à procura do café;
- o tio Chico Mendes, na rua das Forças Armadas, frente ao BES, primo em segundo grau, que cortou o meu "primeiro" cabelo, na “cadeira grande, mas com um banquinho pequeno em cima”, de bata branca e a deixar o cliente pendurado, para vender mais um maço (kentuki!?), um mata-ratos ou um cigarro, que naquela altura poucos maços se vendiam...
- o Zé Floriu, na rua 1º de Maio, o único felizmente ainda entre nós, mas prematuramente retirado, com quem tínhamos de combinar a hora do corte, esperar à porta ou chamar a casa.
Bem sei que hoje os barbeiros são cabeleireiros, mas em Barrancos não existem.
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