E, pronto, já não há tabuados. Há lixo....
Esta manhã, enquanto arrancavam os últimos madeiros do chão, o Alexandrino Reganha, um dos mestres dos tabuados, dizia ".. dá pena ver isto assim! Tanto trabalho, para quatro dias!..."
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Tem razão o Alexandrino. Quem passa por esta praça no dia-a-dia, ou pelos tabuados durante os dias de fêra, não imagina a labuta de uma dezena de trabalhadores (mestres nesta arte), primeiro na construção e depois para desmanchar/desmontar. Foram 10 dias intensos, de labor e de muito trabalho, mas também de paciência, de paixão e de dedicação para perpetuação duma obra de arte efémera, cujo início (ou origem) perdemos na memória, mas que os barranquenhos teimamos em preservar.
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| Desmontagem dos tabuados, parte da manhã. |
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| Praça sem tabuados, por volta das 13h00. |
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| No meio da praça, resta ainda a areia e o lixo, que serão removidos amanhã, bem cedo. Fotos: eB, 04-09-2014 |




