"Terminaram a 1 de setembro (32 de agosto) as Festas anuais, e
já podemos fazer alguns comentários que, com base nos acontecimentos, verificamos em directo - a saber:
1º É tempo de seja quem for com capacidade de decisão, mande colocar perto
dos lugares mais concorridos, uns urinóis portáteis com a finalidade de evitar
a pouca vergonha que se passa desde os tabuados até as ruas circundantes; é
necessário tomar medidas neste sentido.
2º Ao público em geral, principalmente as
camadas mais jovens, fazer-lhe ver que a praça, ruas, janelas e lugares, não são
caixotes para deitar o lixo; para o efeito há depósitos próprios que deverão
ser utilizados - para além de tudo uma garrafa fechada mesmo com ar é um bom
elemento escorregadio que pode afectar mesmo a quem a deita fora.
3º A música dos tempos mortos, entre encerros e
touradas, deveria ser muito mais baixa e uma ou outra música nacional.
4º Quem utiliza as cadeiras da SRAB (sociedade dos rapazes) deverá no
final da utilização recolher a mesma, ou então, trazer uma de casa.
Penso que estes actos são mais de civismo do que
de direito de todos. A ninguém é lícito conspurcar o espaço que todos
utilizamos no lazer.
Passei uma (Fêra) tranquila, a excepção de que
cada vez que via uma garrafa atirada à praça só me apetecia apanhá-la e devolvê-la
ao atirador.
Bem mas mesmo assim gostei. Ass) Romão Caçador Durão"
(daqui)
Nota do autor
O problema da limpeza urbana durante a fêra tem sido sempre uma preocupação das autoridades locais, sobretudo da freguesia que tem a competência neste domínio. Este ano, inclusive, a junta de freguesia teve de contratar uma empresa de serviços para assegurar a limpeza das ruas durante os dias da festa, por falta de pessoal.

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pequena amostra do resto da fêra na arena da praça
(Fotos: eB, 02-09-2019) |