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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Ainda se chilha em Barrancos?

Estamos praticamente no Carnaval, tempo de chilhadêro em Barrancos. Será que os nossos jovens ainda sabem "chilhar"?  E "chilharão"?
O chilhar (ou xilhar) começa(va) no dia 20 de janeiro e termina(va) às 24 horas do último sábado, antes da terça-feira de entrudo. 
chilhar pela internet!!??

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Bora lá chilhar...

Se não sabe, fique a saber: já se pode chilhar, desde o passado dia 26 de janeiro!
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chilhar (ou xilhar) começa(va) no 20º dia anterior ao Carnaval e termina(va) às 24 horas do último sábado, antes da terça-feira de entrudo. 
Em 2015 o carnaval será, como sempre, de três dias. No caso, de 15 a 17 de fevereiro.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Alguém anda a chilhar por aí?

Estamos praticamente no Carnaval, tempo de chilhadêro em Barrancos. Será que os nossos jovens ainda sabem "chilhar"?  E "chilharão"?
 chilhar pela internet!!??

domingo, 16 de fevereiro de 2014

O chilhadêro em Barrancos

Já se pode chilhar, desde o passado dia 12!
O chilhadêro constitui uma das manifestações populares da infância/juventude que está a desaparecer em Barrancos. O chilhar (ou xilhar) começava no 20º dia anterior ao Carnaval e terminava às 24 horas do último sábado, antes da terça-feira de entrudo.
Carnaval 2011 - Barrancos. Foto: Arquivo eB

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O chilhadêro de Barrancos

Estamos quase no Carnaval. Época de chilhadêro.
A esta hora, há vinte anos atrás, para não ir mais longe, já estavam formados os grupos de jovens que, em Sº Bento, no Cantinho, no Cerro, no Baldio, ou nas Bicas, se preparavam para chilhar de porta-em-porta, onde houvesse menina.
O chilhadêro é uma das manifestações populares desta época  que, apesar dalgum esforço na sua divulgação e reconstituição - por parte da Câmara, da escola ou da Associação de Reformados - , temos vindo a perder. O chilhar, que em Barrancos assumiu-se como ritual masculino, constitui uma espécie de passagem da puberdade para a adolescência, onde o rapaz, normalmente em grupo, "chamava"  (chilha) à rapariga para que espreite à porta ou saia à rua.
Esta algazarra nocturna de juventude, que andava de rua em rua, ou porta-em-porta, só terminava no sábado, vésperas de Carnaval.