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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Quem fiscaliza os animais perigosos ou potencialmente perigosos?

Há cerca de uma semana uma hemorragia fatal na zona do pescoço provocou a morte de um cão.  Não teve tempo de assistência veterinária. Momentos antes, teria sido atacado por um ou mais cães que costumam vaguear pelas ruas de Barrancos.
Hoje, ou melhor ontem, lembrei-me do sucedido e fiquei preocupado. Pela mesma zona encontrei, não um, nem dois, nem três… mas cinco cães vagueando. Não eram caniches! Eram cães de grande porte, do tamanho do animal morto! Alguns serão de caça, mas não todos!
Não sabemos se esta (quase) matilha tem dono, ou são animais vadios, abandonados ou errantes. Sabemos que existe um regime jurídico da criação, reprodução e detenção de animais perigosos e potencialmente perigosos, reforçando os requisitos da sua detenção e os regimes penal e contraordenacional. Não sabemos se estes animais estão licenciados. Sabemos que andam na rua, porque nos cruzamos com eles. Sabemos, também, que nenhum usa coleira ou peitoral, nem trela e só um tem açaimo!
Pela zona, que alguns leitores do eB já conhecem pelas serenatas noturnas, - (neste momento mais calmas, devido ao bom-senso de alguns donos) - passam diariamente dezenas de crianças e adolescentes a caminho da escola, que fica a pouco mais de 100 metros!
Haja autoridades com competência para fiscalizar estas situações, aqui denunciada, antes que ocorra alguma tragédia, poupando-nos à enxurrada de dor e lágrimas, gifs e afins nos murais  facebooks com mensagens ao estilo do “já se esperava”! Porque todos sabemos. Todos.
Bairro dos Espanhóis - (Foto: Arquivo eB, 02-05-2018)
Aditamento - 22/02/2019, 20h35
Publicam-se, abaixo, as fotos enviadas por um/a leitor/a, que ilustram a notícia:
alguns exemplares que vagueiam por Barrancos
(Cortesia leitor eB)