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quinta-feira, 10 de outubro de 2019

A azeitona está podre?

Não queremos generalizar, esperando que a azeitona do olival barranquenho não esteja como a da foto! A cerca de 30 dias do início da campanha de 2019, esta azeitona  está "feita", preta, mas podre!
Em 2018, a 12 de outubro, dizia o eB que "a azeitona está(va) mirrada, por falta de água". Em 2019, continua a falta de água e as temperaturas superiores a 30ºC aceleraram o amadurecimento e  provocaram o apodrecimento da azeitona.
amostra de azeitona de Barrancos
(Fotos: eB, 10-10-2019)

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

E o melhor azeite do ano é... de Barrancos (e de Moura)

Foi eleito numa prova cega por 80 consumidores, chama-Azeite de Moura DOP e nasceu na zona de Moura e Barrancos
É produzido pela Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos e foi batizado precisamente com as iniciais desta organização: CAMB, Azeite de Moura DOP (Denominação de Origem Protegida)
Em comunicado, o azeite, conjuga três variedades nacionais de azeitona (galega, verdeal e cordovil) e, acrescenta, “revela uma frescura e intensa de aromas de vegetais verdes que oscilam com a suavidade de aromas de frutos secos”.

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Azeitonas de Barrancos - olival velho só pode dar pouca fruta

Esta campanha "azeitonêra", que se aproxima, não será forte em quantidade. Há zonas onde o olival está bem decorado (fotos 1 e 2), e outras onde a azeitona está mirrada, por falta de água (fotos 3-4). Se a chuva continuar atrasada, a pouca azeitona do olival barranquenho irá cair antes da época e pouca será aproveitada.
Fotos 1-2: azeitonas - olival próximo de linha de água
Fotos: 3-4: azeitona mirrada - o normal em Barrancos, por falta de chuva
(Fotos: eB, 10-10-2018)

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Azeitonas de Barrancos - este ano muito pouca

Devido à seca, mas sobretudo por causa do envelhecimento do olival, que em Barrancos é centenário (para não dizer milenar...), este ano a campanha da azeitona será curta e com pouquíssima quantidade.
Azeitonas de Barrancos (regadas)
Fotos: eB, 08-11-2017

quinta-feira, 17 de março de 2016

Saiba como conhecer a acidez dos azeites

Provavelmente já deve ter reparado que a rotulagem das garrafas e garrafões de azeite não indica a acidez, que servia de referência para a sua utilização: cozidos, fritos, assados, saladas,... e até nas torradas.
De acordo com a legislação vigente, as designações e definições dos azeites e óleos de bagaço de azeitona são as seguintes:
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Azeites Virgens – Azeites obtidos a partir do fruto da oliveira unicamente por processos mecânicos ou outros processos físicos, em condições que não alterem o azeite e que não tenham sofrido outros tratamentos além da lavagem, da decantação, da centrifugação e da filtração, com exclusão dos azeites obtidos com solventes, com adjuvantes de ação química ou bioquímica ou por processos de reesterificação e qualquer mistura com óleos de outra natureza.
Os Azeites virgens são classificados e denominados do seguinte modo:
     a) Azeite virgem extra – Azeite virgem com uma acidez livre, expressa em ácido oleico, não superior a 0,8 g por 100 g e com as outras características conformes com as previstas para esta categoria.
     b) Azeite virgem – Azeite virgem com uma acidez livre, expressa em ácido oleíco, não superior a 2 g por 100 g e com as outras características conformes com as previstas para esta categoria.
     c) Azeite lampante – Azeite virgem com uma acidez livre, expressa em ácido oleíco, superior a 2 g por 100 g e/ou com as outras características conformes com as previstas para esta categoria.
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Azeite refinado – Azeite obtido por refinação de azeite virgem, com uma acidez livre expressa em ácido oleíco não superior a 0,3 g por 100 g e com as outras características conformes com as previstas para esta categoria.
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Azeite – composto por azeite refinado e azeite virgem - Azeite obtido por loteamento de azeite refinado e de azeite virgem, com exclusão do azeite lampante, com uma acidez livre, expressa em ácido oleico, não superior a 1 g por 100 g e com as outras características conformes com as previstas para esta categoria.
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Óleo de bagaço de azeitona bruto – Óleo obtido de bagaço de azeitona por tratamento com solventes ou por processos físicos, ou óleo correspondente, com exceção de certas características específicas, a um azeite lampante, com exclusão dos óleos obtidos por processos de reesterificação e qualquer mistura com óleos de outra natureza, e com as outras características conformes com as previstas para esta categoria.
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Óleo de bagaço de azeitona refinado – Óleo obtido por refinação de óleo de bagaço de azeitona bruto, com uma acidez livre, expressa em ácido oleico, não superior a 0,3 g por 100 g e com as outras características conformes com as previstas para esta categoria.
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Óleo de bagaço de azeitona – Óleo obtido por loteamento de óleo de bagaço de azeitona refinado e de azeite virgem, com exclusão do azeite lampante, com uma acidez livre expressa em ácido oleico superior a 1,5 g por 100 g e com as outras características conformes com as previstas para esta categoria.
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Sobre comercialização e rotulagem de azeites, ver aqui.